01/04/2018 - 06:01

A ressurreição de Jesus

Carlos Trapp
Os acontecimentos que narram a ressurreição de Jesus foram registrados pelos quatro evangelistas, ou seja, Mateus (28.1-10), Marcos (16.1-8), Lucas (24.1-12) e João (20.1-10).
O que João relata diz o seguinte:

“No primeiro dia da semana, de madrugada, estando ainda escuro, Maria Madalena, foi ao túmulo e viu que a pedra de entrada tinha sido removida. Então correu e foi até onde estavam Simão Pedro e o outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes:

- Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram.

Com isso, Pedro e o outro discípulo saíram e foram até o túmulo. Ambos corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. E, abaixando-se, viu os lençóis de linho, mas não entrou no túmulo. Ele também viu os lençóis e o lenço que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte. Então o outro discípulo, que havia chegado primeiro ao túmulo, também entrou. Ele viu e creu. Pois ainda não tinham compreendido a Escritura, que era necessário que ele ressuscitasse dentre os mortos. E os discípulos voltaram outra vez para casa” (20.1-10).

Em seguida, temos o relato de Maria com dois anjos e Jesus. Logo após, aparece aos seus discípulos, com destaque para o diálogo que mantém com Tomé, que demonstrava dúvidas em relação a ressurreição de Jesus, e que foi alertado para que, mesmo não vendo, creia. 

O capítulo 20 do evangelho de João termina falando dos objetivos do relato destes episódios da vida Jesus, que são para que as pessoas “creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenham vida em seu nome” (v. 31).

É importante notar que Deus usa quatro escritores bíblicos para registrarem tanto da morte quanto da ressurreição de Jesus, dando grande importância ao fato, por isso devemos admitir que é uma das mensagens centrais da Bíblia, pois narram a nossa salvação e a vitória sobre a morte. E somos instados a crer em Jesus para que tenhamos a vida eterna em seu nome.

É preciso destacar que temos a salvação apenas “em seu nome”, ou seja, não é em nós, em nossas obras, mas naquilo que Cristo fez por nós. Isso quer dizer que fomos salvos da condenação eterna por Jesus, não por nossos atos. Agora, como salvos, devemos seguir Jesus, pois foi para isso que fomos redimidos, enfim, salvos para servir, para herdar a vida eterna.

Que nesse dia, possamos lembrar não só da morte de Jesus na cruz, para nos redimir dos nossos pecados, e assim nos livrar do domínio do pecado e da condenação eterna, mas também da ressurreição, mostrando que Cristo venceu a morte, e que nós também ressuscitaremos se Cristo não voltar antes da nossa partida. 

Creiamos em Cristo como nosso Senhor e Salvador, e o sigamos, amando o nosso próximo como a nós mesmos e a Deus sobre todas as coisas! E para conhecer mais detalhadamente a vida e obra de Jesus, leiamos a Bíblia!

Carlos Osmar Trapp, pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/MS, 928).
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