28/02/2018 - 04:59

Bons hábitos

Carlos Trapp
O que é hábito? É algo que você repete, que você está acostumado fazer.
 
Eu e a Simone, minha esposa, levantamos todos os dias às 05h45, pois dali a 10 minutos vem um programa religioso, que dura cinco minutos, por uma emissora de rádio, que ouvimos pela internet.
 
Também costumo tomar um limão com água, prática ensinada pelo pastor Lauro Henchen, que me tem feito muito bem.
 
Após cerca de 20 minutos, comemos frutas (geralmente, banana prata e mamão); em seguida, comemos pão integral e tomamos leite com flocos de aveia, semente de linhaça batida e cevada solúvel.
 
Após o almoço, que geralmente acontece por volta das 11h30, descansamos, ou seja, das 12 às 13h45, por ser salutar e também pelo fato de não descansar bem à noite, por ser diabético. Também costumo ler, de madrugada, quando a insônia bate, pois consigo espantá-la mediante a leitura.
 
Falando em leitura, digo que gosto de ler. Inclusive, no início do ano, sugeri, como propósito, a leitura da Bíblia, com mais dedicação e a leitura de outros livros. Então, em janeiro já li os livros: Pregação bíblica, de Haddon Robinson; Contra a Idolatria do Estado - O papel do cristão na política, de Franklin Ferreira; Entre Mendes, uma biografia do pastor Antônio Mendes, da Primeira Igreja Batista de Atibaia, SP. Atualmente, estou lendo O perfil do verdadeiro cristão, do pastor Paulo Júnior.
 
Então, a leitura deve ser um dos bons hábitos das pessoas, pois quem lê sabe mais.
 
Outro hábito que tenho é me comunicar, por isso coletei, no tempo áureo do e-mail, cerca de 1.200 endereços eletrônicos. Agora, no tempo do WhatsApp, tenho cerca de 900 contatos adicionados.
Ainda no campo da comunicação, sempre investi bastante no uso do telefone, internet. Inclusive, em tempos idos, já usava os Correios, enviando cartas, pois se comunicar é algo conveniente, ainda mais quando se tem algo bom para comunicar, como o evangelho, além da troca de ideias, reações, sugestões, tanto no campo político como religioso.
 
Também acrescento que ao assistir TV, como certos programas fornecem um número de WhatsApp, eu fico de olho, eu reajo, dando sugestões ou fazendo questionamentos.
 
Outro hábito que temos em casa é a prestação de contas mútua. Isso significa que, se não saímos juntos, um presta conta ao outro das aplicações feitas, que também são feitas de comum acordo. Mais um fato importante nesse campo é que não há “dois caixas”, ou seja, tudo o que é ganho vai para um caixa só. Entendemos que isso é salutar, bem como a aplicação austera dos recursos.
 
Procuramos também observar o hábito da pontualidade, pois alguém já disse que “horário a gente marca para cumprir”. Isso também envolve responsabilidade, pois além de sermos pontuais, devemos dar a devida satisfação quando, por um empecilho, não pudermos cumprir o horário, devemos avisar do atraso, ou o não cumprimento do combinado.
 
Quero lembrar um hábito que adquiri de meu falecido papai, Waldemar Trapp, que é o de ser caprichoso. Papai dizia que “um serviço bem feito vale por dois”. E isso é verdade, pois o que você faz com zelo, com dedicação, com capricho, você não precisa refazer. Até costumo dizer para a Simone que se a gente faz algo deve procurar eliminar todas as chances de dar errado. Sei que não vamos alcançar a perfeição, mas devemos nos empenhar nesse sentido.
 
Bem, eu poderia citar vários outros hábitos, como a oração, o de ter opinião, o de me expressar, mas quero destacar um que é o de “procurar estar de consciência tranquila”.
 
A questão da consciência tranquila envolve uma série de fatores, como a certeza da salvação, que deixa a gente numa situação favorável para pensar nas atividades, nos relacionamentos, nas atividades da igreja, da sociedade civil, na política, e assim por diante.
 
Acrescento aqui que essa certeza está baseada no que Cristo fez por mim, na graça redentora de Jesus, não em mérito meu, pois eu sou um pecador. Então, isso me deixa de consciência tranquila, além de me alegrar e motivar para viver servindo a Deus e ao próximo, como salvo, nunca para me salvar, pois isso Cristo já conseguiu para mim, sem nem um mérito meu, sendo, portanto, imerecido da minha parte.
 
Eu ainda não citei a Bíblia, mas quanto à boa consciência ela diz que devemos manter fé e boa consciência, caso contrário, vamos naufragar na fé (1Tm 1.19).
 
Então, devemos ter esse salutar hábito de uma boa consciência e isso depende dos hábitos que citei, onde podem, como já disse, serem acrescentados outros, além da confissão dos erros.
 
Então, que Deus nos ajude a termos bons hábitos, pois vão nos ser úteis, além de serem bênção para as pessoas com as quais convivemos.
 
Carlos Trapp, pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/MS, 928)
 
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