24/08/2017 - 11:48

Eu e a Globo

Carlos Trapp
Eu, como me costumo identificar, sou pastor batista e jornalista. Também digo que nasci no RS e resido em Campo Grande, desde 1991, e sou casado com Simone Nogueira de Moraes Trapp. Já a Globo (estou falando da TV aberta, pois não tenho TV a cabo) é a maior emissora de televisão do Brasil.

Costumo assistir os telejornais da Globo, na medida do possível. Mas também procuro observar sua programação, embora superficialmente.

As novelas eu não assisto, mas pela propaganda que se faz delas já consigo ter uma noção de que são carregadas de intrigas, traições, conflitos, enganos, e assim por diante. Diz-se que as mesmas retratam a realidade brasileira. Confesso que em nosso país há muitos problemas, mas também há famílias bem estruturadas, cristãs, com as quais, nem de longe, as novelas se identificam.

A Globo poderia aproveitar as novelas para serem um referencial aos brasileiros, em questão de apresentar famílias ordeiras, com filhos bem educados; com os pais, cada um cumprindo o seu papel, com o homem sendo o provedor do lar e a mulher a Rainha do Lar. E repito: com filhos bem educados, nutridos e instruídos, pois esta é a maior contribuição que os pais podem dar à sociedade.

Outro fato que chama a atenção nessa emissora de TV é a sua postura em relação aos evangélicos. Outras emissoras (canais abertos), de madrugada, apresentam programas cristãos, mas a Globo, não.

No campo político, a Globo, às vezes de forma velada, em outra situação, de modo mais explícito, demonstra sua preferência. No caso da política americana, em relação à última eleição presidencial, demonstrou sua clara preferência pela Hillary Clinton, do partido Democrata, que é o PT norte-americano. Essa preferência continua com as contínuas críticas ao presidente Donald J. Trump.

Mais um detalhe, um tanto quanto sutil, é que várias apresentadoras dos telejornais estão usando, ultimamente, roupas mais decotadas. Isso traz um questionamento em relação à próxima “ousadia” da emissora.

Como há a possibilidade de a gente interagir através do WhatsApp, mandei uma mensagem hoje cedo falando que a emissora não dá espaço a um religioso (padre ou pastor) para opinar em situações como stress (o assunto no Bom dia, MS era esse).

Também sugeri que em caso de conflitos entre casais não há necessidade de logo se partir para uma demanda, uma denúncia, mas a busca de solução de conflitos, e isso também com o contato com um religioso. Mas também não deram atenção para isso, quando estavam tratando da Lei Maria da Penha!

Como podem ver, eu e a Globo temos nossas divergências. E o que eu quero deixar para o leitor é que devemos ver o mundo ao nosso redor com olhos críticos e reagir em relação ao que está errado e propor o que é certo, destacando que a imprensa tem uma influência muito grande na sociedade!

Eu e a Globo: Pouco a ver!

Carlos Osmar Trapp, pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/MS, 928).
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