20/10/2018 - 14:58

Orientações bíblicas sobre as Eleições 2018

Carlos Trapp
Antes de destacar o texto sobre as eleições, quero lembrar que hoje (dia que escrevi), dia 15 de outubro, é o Dia do Professor.

Com carinho quero enfatizar que meus primeiros professores foram meu pai e minha mãe, pois me ensinaram a ler e escrever antes de ir à escola, onde meu professor foi Walter Vogelmann, que falava Alemão com os alunos do primeiro ano. Depois, tive como professor, Alseno Pott.

Portanto, parabéns aos professores! Que sejam sábios ao ensinar!

Mas eu também quero lembrar que neste mês já tivemos o Dia das Crianças, pelas quais suplicamos as bênçãos celestiais.

No dia 28, se Deus quiser, teremos o Segundo Turno das eleições para Governador e Presidente da República. E sobre isso quero destacar o artigo do pastor Hernandes Dias Lopes, que leva o título deste artigo, conforme segue:

“Como cristãos podemos ser apartidários, mas jamais apolíticos. Não podemos ficar neutros. A coragem de tomar posições é uma marca da igreja protestante. Portanto, queremos elencar aqui, sete orientações bíblicas a propósito das eleições 2018.

Em primeiro lugar, os governantes que passam por cima das leis são um risco para a nação. A Bíblia diz: “Os que desamparam a lei louvam o perverso, mas os que guardam a lei se indignam contra ele” (Pv 28.4). As leis devem ser justas e devem ser obedecidas pelos governantes e pelos governados.

Em segundo lugar, os governantes perversos desagregam a nação. A Bíblia diz: “Quando triunfam os justos, há grande festividade; quando, porém, sobem os perversos, os homens se escondem” (Pv 28.12). Governantes justos abençoam a nação; governantes perversos transtornam a nação. O povo é abençoado quando seus governantes são um exemplo, mas o povo se esconde atordoado quando os governantes promovem a perversidade.

Em terceiro lugar, os governantes que ocupam o poder para oprimir o povo trazem grande sofrimento à nação. A Bíblia diz: “Como leão que ruge e urso que ataca, assim é o perverso que domina sobre um povo pobre” (Pv 28.15). O leão ruge para espantar a presa e o urso ataca para destruí-la. Um povo nunca é livre sob a égide de um governo ditador. Um povo nunca é seguro sob um governo tirano.

Em quarto lugar, os governantes que sobrecarregam o povo de impostos para manter a máquina do governo transtornam a nação. A Bíblia diz: “O rei justo sustém a terra, mas o amigo de impostos a transtorna” (Pv 29.4). Um Estado pesado demais, burocrata demais, onde os impostos são para pagar o luxo dos governantes em vez de atender as necessidades dos governados é uma inversão total do propósito do Estado.

Em quinto lugar, os governantes rendidos aos esquemas de corrupção tornam-se uma escola de crime. A Bíblia diz: “Se o governador dá atenção a palavras mentirosas, virão a ser perversos todos os seus servos” (Pv 29.12). Os governantes nunca são neutros. São uma bênção ou uma maldição. Eles inspiram o povo para o bem ou para o mal. Se eles se alimentam da mentira e governam o povo com enganos, do topo da pirâmide do poder, toda a base da pirâmide, tornar-se-á corrompida e pervertida.

Em sexto lugar, os governantes corruptos destroem a si mesmos e se tornam protetores dos criminosos. A Bíblia diz: “O que tem parte com o ladrão aborrece a própria alma; ouve as maldições e nada denuncia” (Pv 29.24). Aqueles que assumem o po-der para montar esquemas de aparelhamento do Estado para saqueá-lo, acabam destruindo a si mesmos, arruinando seu nome, conspurcando sua honra e maculando sua história. Esses, tornam-se culpados de corrupção ativa e passiva. Roubam e deixam roubar. Esses colocam uma mordaça em si mesmos, porque não têm coragem de denunciar nos outros os crimes que eles mesmos praticam.

Em sétimo lugar, os governantes corruptos jamais deveriam ser aplaudidos e guindados ao poder pelo povo. A Bíblia diz: “O que disser ao perverso: Tu és justo; pelo povo será maldito e detestado pelas nações”. A maneira mais democrática de demonstrarmos nosso repúdio àqueles que mostram indícios e até mesmo dão provas de que não são íntegros no trato da coisa pública é não dando a eles o aval do nosso voto. Apoiar aqueles que desfraldam bandeiras que, à luz da nossa consciência iluminada pelas Escrituras, trazem vergonha e opróbrio à nação, é receber a pesada imputação de “maldito” e ainda é receber uma reprovação sonora no meio das outras nações.

Que Deus nos ilumine na escolha dos nossos legisladores e governantes!”

O texto acima traz importantes orientações, como podem ver, sobre as eleições que se aproximam.

Para finalizar, ainda quero destacar uma data, onde se comemoram duas efemérides, ou seja, o Dia da Dona de Casa e o Dia da Reforma Protestante.

Sobre o primeiro, quero dizer que há uma onda onde se pretende afastar a mulher cada vez mais do lar; até políticas públicas tencionam isso. Esse fato deve nos preocupar, pois a melhor contribuição que a mulher pode dar à sociedade são filhos bem educados.

Sei que existem exceções, mas sempre que possível a mulher deve cumprir o que está escrito em Tito 2.3-5 (favor ler).

Por fim, a Reforma Protestante foi um marco de grande importância no mundo ocidental, pois suscitou uma nova força religiosa, que mexeu com a teologia, com a política, a economia, as artes, a literatura.

Países como a Suécia abraçaram o luteranismo, gerando uma acentuada mudança.

No campo da teologia, o destaque ficou para o tripé: Somente a fé, somente a graça e somente a Escritura.

Que tudo isso posso nos ajudar na escolha dos nossos governantes, como já expressei acima!

Carlos Trapp, pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/MS, 928).
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