22/12/2017 - 13:00

Gilmar Mendes mandou libertar a poderosa mulher do ex-governador carioca Sergio Cabral

Manoel Afonso
BOBAGEM Trocar a embalagem sem alterar conteúdo? Ora! Partido não é sabonete. Adianta em que o PMDB mudar para MDB? Porque não instalar o processo ético contra afiliados presos ou envolvidos em corrupção como o deputado Geddel Vieira, ex-deputado Henrique Alves, ex-governador Sergio Cabral ( RJ) e outros? O fato remete-nos a piada do marido traído que opta por trocar o sofá em vez do divórcio.
 
NO EPISÓDIO da expulsão da senadora Kátia Abreu (TO) lideranças do PMDB criticaram a postura dela. O ‘engraçado’; não tem havido manifestações críticas da direção e membros do PMDB contra esses personagens citados acima, estigmatizados pela opinião pública nacional. Conveniência ou conivência ? Acho que são ambas.
 
‘BIQUINHOS’ Os políticos não mudam. Vaidosos e sem senso de auto crítica. Da mídia só esperam elogios – merecidos ou imerecidos.Observações ou críticas nem pensar! Esquecem, o mandato é temporário, o poder é efêmero. Deviam olhar para ex-poderosos hoje integrantes da constelação sem brilho dos anônimos esquecidos.

LAMENTÁVEL Para os advogados é hora de soltar foguetes e comemorar as últimas decisões do ministro Gilmar Mendes (STF). Mas para o brasileiro, sedento por justiça e ver os políticos corruptos na cadeia, é grande a decepção. Como dizia o ex-ministro Delfin Neto: a nossa Constituição, as nossas leis, foram feitas como se estivéssemos na Belgica, mas vivemos numa espécie de Índia.


 
BARBOSINHA Ganha muito a Assembleia Legislativa com a volta do deputado do PSB. Preparado, atento e excelente nos debates, deixou um vazio com sua ida para a Sejusp. Quanto a seu desacordo com a cúpula do PSB pela retaliação contra a deputada Tereza Cristina ( hoje no DEM) pode até acabar em consequências graves como sua saída junto com o Carlão, vereador de Campo Grande. Mas nada decidido ainda.


 
PODE? O ministro Gilmar Mendes (STF) mandou libertar a poderosa mulher do ex-governador carioca Sergio Cabral (PMDB) porque ela tem um filho de 12 anos de idade e que essa convivência não pode ser quebrada. Muito bem! E como fica a situação de outras mulheres mães e que estão presas por terem cometidos pequenos delitos?


 
Que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças, nem com barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós”. MANOEL DE BARROS
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Manoel Afonso
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