07/12/2017 - 17:15

Além de pedir prisão, MPE denunciou 18 por esquema de corrupção

Maioria responde por crimes de fraude em licitação e corrupção

Correio do Estado
Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) denunciou 19 pessoas por participação no esquema de corrupção para fraudar contratos entre empresas de tecnologia e informática e o Poder Público Estadual. Os crimes foram investigados na Operação Antivírus. Na denúncia, foi pedida a prisão preventiva de 10 dos investigados.

Constam como denunciados Ary Rigo, Jonas Schimidt das Neves, Suely Aparecida Carrilhos de Almoas Ferreira, José do Patrocínio Filho, Fernando Roger Daga, Anderson Silva Campos, Luiz Alberto Oliveira Azevedo, Gerson Claro Dino, Calso Braz de Oliveira Santos, Gerson Tomi , Donizete Aparecido da Silva, Daniele Correia Maciel Rigotti, José Sérgio de Paiva Junior, Parajara Moraes Alves Junior, Claudinei Martins Rômulo, João Batista Pereira Lopes, Elso Correia de Souza, Roberto Santos Durães.

A maioria deles responde por crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e dispensa ilegal de licitação. Mas houve denunciados por falsidade ideológica e concurso de agentes públicos.

Os promotores do Ministério Público Estadual também pediram esta semana a prisão preventiva do ex-deputado Ary Rigo; do ex-diretor-presidente do Detran, Gerson Claro Dino e outros oito investigados na operação. São eles Jonas Schimidt das Neves, Suely Aparecida Carrilhos de Almoas Ferreira, José do Patrocínio Filho, Fernando Roger Daga, Luiz Alberto Oliveira Azevedo, José Sérgio de Paiva Junior, Parajara Moraes Alves Junior e Claudinei Martins Rômulo.

À época das investigações, Jonas Schimidt atuava como sócio da empresa Dighitho Brasil, uma das investigadas pelo Gaeco.

Suely Aparecida também tinha sido sócia. José do Patrocínio e Fernando Roger são sócios da Pirâmide, outra que foi alvo da investigação. Luiz Alberto atuava na Secretaria de Governo e Estado de Mato Grosso do Sul (Segov). José Sérgio é proprietário da North Consult, outra empresa apontada pelo Gaeco como parte do esquema. Parajara Moraes trabalhava no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Claudinei Martins era secretário da Dighito Brasil.

A denúncia e pedido de prisão foram feitos pelos promotores Marcos Roberto Dietz, Tiago Di Giulio Freire, Fernando Martins Zaupa e Thalys Franklyn de Souza. Até a tarde desta quinta-feira, a Justiça ainda não havia se manifestado quanto às solicitações.
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