12/08/2017 - 05:17

A atuação do senador Pedro Chaves como relator no Senado da nova lei do Ensino Médio

Manoel Afonso
PODEROSA “Nós fomos namorados” – esclareceu a mulher do prefeito - curioso pela conversa dela com um pedreiro. Irônico, o marido disparou: “não sei se percebeu sua tamanha sorte. Sem eu - hoje você seria a mulher de um simples pedreiro.” Na lata ela contestou: “ De jeito nenhum; se tivéssemos casado, hoje ele seria o prefeito.”
 
A PIADA de origem judia retrata bem o papel da mulher do político, notadamente em cargos majoritários. Algumas são fantásticas em carisma ou preparo - a ponto de fazer sombra ao marido; outras não têm o perfil de protagonistas, preferem se recolher na discrição e não atrapalham. Passam despercebidas pelo mandato. Melhor assim.
 
CALMA! Não há como ignorar o estilo do deputado estadual Paulo Siufi (PMDB). Sua opção pela autenticidade é positiva aos olhos da opinião pública, mas prejudica sua saúde. Na sessão de terça-feira lembrei-lhe: “Pega leve, desse jeito não há coração que aguente”. Ele prometeu tentar. Sei não...

BAGAGEM Pesa no exercício do mandato. A atuação do senador Pedro Chaves (PSC) como relator no Senado da nova lei do Ensino Médio ensejou notável mudança na estrutura educacional. O preparo do senador me faz lembrar a justificativa do ex-deputado Londres Machado (PR) por não tentar um mandato em Brasília.: “para ter sucesso lá é preciso ser especialista em algum segmento profissional”.
 
CRUZ CREDO É preciso resguardar as fontes para preservar inclusive as amizades de longo tempo como jornalista político. Perguntado sobre o cenário político de nosso Estado em face das notícias exibidas na mídia, um poderoso ex-deputado estadual bateu pausadamente em nosso ombro e confidenciou: “Vocês não viram nada. O pior está por vir”.
 
SÓ PALAVRAS? No concurso para funcionários da Assembleia Legislativa foram reservadas cotas para as minorias sociais. Os deputados do PT exploram politicamente o fato, mas pergunto: será que ao assumir o mandato eles deram o exemplo contratando assessores junto as minorias que eles defendem na tribuna? Perguntar não ofende, né?


 
ENCOLHIDO ou acovardado? Mesmo com 4 ministros tucanos, o PSDB continua o mesmo em matéria de decisão e coerência. Dos 48 deputados federais só 22 votaram a favor do presidente Temer, 21 contra e 4 nem compareceram. Vejam: dos 12 deputados federais tucanos de São Paulo, 11 votaram contra Temer. E agora?


 
A EXPLICAÇÃO é simples; há uma guerra declarada pela candidatura ao Planalto em 2018. Os tucanos paulistas querem o senador Tasso Jeressaiti (PSDB) substituindo o senador Aécio Neves (PSDB) na presidência do partido. Tasso é visto como aliado dos paulistas com duas cartas na manga: o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Dória, ambos do PSDB.



HAJA OUVIDO! Imagino o teor e o número das broncas da população que devem chegar à Ouvidoria da prefeitura da nossa capital. Iniciativa da gestão que acompanha a evolução tecnológica através de aplicativo no celular. Eu pretendo testar brevemente a eficiência da Ouvidoria Geral comandada pelo Tony Ueno. Depois conto.

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