Carlo Ancelotti — A tendência é que o técnico repita a mesma formação da vitória por 3 a 0 sobre a Escócia quando a seleção enfrentar o Japão, uma decisão que chega justamente ao entrar o torneio na fase em que uma derrota elimina o time. A confirmação altera o padrão de mudanças que marcou todo o ciclo.
- Flash resumo: escalação prevista mantida; jogo em 26/06/2026 às 05h30 com transmissão pelo SBT.
Escalação prevista e o peso da escolha
Se confirmado, Ancelotti deverá mandar a campo Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas; Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Matheus Cunha; Vinicius Júnior e Rayan. É a mesma equipe que bateu a Escócia por 3 a 0.
▶ Shorts em alta
Ver todos →A repercussão vai além da simples manutenção da ordem: é a primeira vez em 16 partidas que os titulares se repetem desde a chegada do técnico ao comando da seleção. No contexto de mata-mata, essa continuidade é apresentada internamente como sinônimo de segurança tática.
"Agora estamos jogando como uma equipe, esse é o objetivo. Não estamos perfeitos, temos coisas a melhorar. Podemos ser um pouco mais rápidos quando temos o controle. Estou contente porque o time melhorou muito, agora estamos sólidos. No mata-mata a solidez é muito importante. Temos um time sólido. Comparando com o primeiro jogo, temos menos erros, mais ritmo, mais efetividade na frente".
Rotatividade, lesões e o caminho até aqui
O cenário que torna esta repetição tão notável é a rotatividade extrema do treinador: Ancelotti convocou 58 jogadores no ciclo até aqui, dos quais 52 entraram em campo e 38 começaram ao menos uma partida como titulares.
Lesões foram parte importante desse movimento. Rodrygo, Militão e Estêvão estiveram entre os principais desfalques citados durante a preparação, assim como passes alternados por problemas físicos de nomes como Gabriel Magalhães, Alisson, Ederson, Marquinhos, Bruno Guimarães, Alex Sandro e Raphinha.
Além dos contratempos médicos, Ancelotti também experimentou opções técnicas — testou trios de meio-campo nos amistosos e buscou alternativas para as laterais — e manteve a convicção de usar a fase de grupos para consolidar uma formação forte para o mata-mata.
Há ainda um dado de projeção: Rayan entrou na história ao se tornar o titular mais jovem da seleção desde Tostão, em 1966, reforçando como o técnico mesclou juventude e experiência ao longo do trabalho.
O que você acha? Você acredita que o time vai virar a série? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Carlo Ancelotti vai mesmo repetir a escalação contra o Japão?
Carlo Ancelotti deve confirmar a repetição da escalação que venceu a Escócia por 3 a 0; a tendência é manter Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas; Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Matheus Cunha; Vinicius Júnior e Rayan no confronto da segunda fase em 26/06/2026.
Qual é a escalação que Carlo Ancelotti pretende manter no mata-mata?
Carlo Ancelotti pretende manter Alisson; Danilo; Marquinhos; Gabriel Magalhães; Douglas; Casemiro; Bruno Guimarães; Lucas Paquetá; Matheus Cunha; Vinicius Júnior; Rayan, a mesma que derrotou a Escócia por 3 a 0, segundo a tendência apontada pela comissão técnica antes do jogo com o Japão em 26/06/2026.
Quando e como assistir ao jogo que Carlo Ancelotti deve comandar?
Carlo Ancelotti terá seu time em campo no dia 26/06/2026 às 05h30 (Brasília, UTC-3); a partida da segunda fase contra o Japão terá transmissão pelo SBT, conforme os dados divulgados sobre o confronto e a programação oficial de exibição.
Carlo Ancelotti explicou por que espera repetir os 11 apenas agora?
Carlo Ancelotti justificou que a ideia era usar a fase de grupos para encontrar uma formação consolidada; internamente, o objetivo sempre foi chegar ao mata-mata com um time sólido, segundo avaliação pública do técnico após a vitória sobre a Escócia.
Quantos jogadores Carlo Ancelotti utilizou no ciclo até a decisão pela repetição?
Carlo Ancelotti convocou 58 jogadores diferentes no ciclo, dos quais 52 entraram em campo e 38 foram titulares ao menos uma vez; esses números mostram a rotação ampla antes da primeira repetição da mesma escalação em 16 partidas.
Vinicius Balbino