Ann Hornaday — a voz da crítica cinematográfica que marcou leitores por décadas morreu no domingo em Baltimore, aos 66 anos, após combate contra glioblastoma. A perda interrompe uma carreira que misturou crítica afiada, livros sobre cinema e longas colaborações em jornais, deixando um legado reconhecido por prêmios e leitores fiéis.
Legado editorial e prêmios
Ann Hornaday acumulou mais de duas décadas de trabalho no Washington Post, onde atuou de 2002 até 2025 e escreveu centenas de críticas e reportagens longas. Seu portfólio inclui análises de títulos como "The Hurt Locker", "Jaws" e "Oppenheimer", peças que ajudaram a definir debates sobre cinema no período.
O reconhecimento acadêmico e profissional incluiu a indicação como finalista do Prêmio Pulitzer de Criticism em 2008, quadro que consolidou sua influência no circuito crítico.
“Por muitos anos, os leitores do Post foram agraciados pela voz informada, perspicaz, calorosa, acessível e totalmente única de Ann.” — Matt Murray, editor-executivo do Washington Post.
Trajetória pessoal e contribuições
Ann Mills Hornaday nasceu em 9 de março de 1960, em Iowa City, e foi adotada por William R. Hornaday Jr. e Mary Mills. Cresceu em Des Moines e se formou em 1982 em Smith College, com graduação em government.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Antes de consolidar-se como crítica, Hornaday trabalhou como assistente pessoal de Gloria Steinem na Ms. Magazine, passou por veículos como The New York Times e Premiere como freelancer e foi crítica do Baltimore Sun e do Austin American-Statesman. Também publicou o livro "Talking Pictures" e, pouco antes de morrer, um estudo sobre as filmagens de "All the President’s Men".
Na vida pessoal, era paroquiana e professora de escola dominical em Baltimore. Ela deixa o marido Dennis Greenia, com quem era casada há 26 anos, a filha Victoria Greenia, a enteada Leila Greenia e o irmão William Hornaday III.
Foto: Divulgação
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Perguntas Frequentes
Como Ann Hornaday morreu e onde ela estava no momento do falecimento?
Ann Hornaday morreu no domingo em sua casa em Baltimore, aos 66 anos, após uma batalha contra glioblastoma, um tipo agressivo de câncer cerebral. A informação sobre a causa e o local da morte consta na apuração sobre seu falecimento, que destaca o impacto da doença sobre sua saúde nos últimos meses.
Qual foi a carreira de Ann Hornaday no Washington Post e quais marcos ela deixou?
Ann Hornaday trabalhou no Washington Post entre 2002 e 2025, período em que assinou centenas de críticas e perfis sobre cinema, além de ser finalista do Prêmio Pulitzer de Criticism em 2008 por um pacote que incluiu sua análise de "There Will Be Blood". Seu trabalho contribuiu para debates críticos e a formação de leitores.
Quais livros Ann Hornaday publicou e que outras experiências profissionais ela teve?
Ann Hornaday publicou o livro "Talking Pictures" e, antes de falecer, escreveu um volume sobre as filmagens de "All the President’s Men". Profissionalmente, trabalhou como crítica no Baltimore Sun e no Austin American-Statesman, foi assistente pessoal de Gloria Steinem na Ms. Magazine e contribuiu para publicações como The New York Times e Premiere.
Thiago Nogueira