Audi Q5 — o SUV premium de Alicia Good, avaliado em mais de US$ 52.000 (R$ 270.700), virou centro de uma disputa depois de ser entregue a uma oficina para reparos de dois pequenos vazamentos e, dias depois, aparecer com a dianteira destruída. O relato da proprietária descreve uso não autorizado do veículo e demora na notificação sobre o acidente, elevando dúvidas sobre responsabilidade e provas necessárias para eventual reclamação.
O episódio e os danos apontados
Alicia Good afirma que deixou o Audi Q5 na oficina cerca de duas semanas e meia antes do episódio, autorizando que o carro ficasse uma noite a mais para conclusão do serviço. A proprietária publicou um vídeo com mais de 46.000 visualizações relatando a sequência dos fatos.
Conforme o relato, por volta das 20h15, cerca de duas horas e quinze minutos após o fechamento da oficina numa sexta, o veículo atingiu uma barreira de concreto de aproximadamente 6,1 metros, em um ponto localizado ao menos 14,5 km do estabelecimento. As imagens exibem capô amassado, para-choque ausente e componentes internos expostos.
O Audi Q5 teve o motor dividido e foi classificado como perda total após a colisão, segundo a descrição dos danos exibidos no vídeo publicado pela proprietária.
Velocidade, comunicação e possíveis implicações legais
Um especialista consultado pela proprietária estimou que o veículo teria atingido entre aproximadamente 145 e 161 km/h antes do impacto; o vídeo não inclui o laudo técnico nem identifica o perito que fez essa estimativa. A força do choque, segundo o relato, foi suficiente para dividir o motor, o que motivou a classificação de perda total.
Mercado automotivo argentino acelera: vendas sobem 10,4%
Leia a matéria completa →
Hyundai Tucson estreia cabine com bancos de massagem
Leia a matéria completa →
Fiat Multiplay: conceito que alterna entre picape e SUV
Leia a matéria completa →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Good diz que recebeu quatro versões diferentes sobre o que aconteceu e que só foi avisada sobre o estado do carro quase 18 horas depois do acidente, após diversas tentativas de contato no dia seguinte. O nome da oficina não foi divulgado publicamente, portanto o relato disponível corresponde à versão da proprietária.
Nos Estados Unidos, a possibilidade de responsabilizar uma oficina depende das provas e da legislação estadual. Para uma reclamação por negligência são relevantes documentos como ordem de serviço, autorizações para teste, registros de chamadas, fotos, vídeos, imagens de câmeras e orçamentos, além de relatórios periciais que confirmem velocidade e dinâmica do impacto.
O que você acha? Você acredita que a oficina pode ser responsabilizada neste caso? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
O que aconteceu com o Audi Q5 de Alicia Good enquanto estava na oficina?
O Audi Q5 de Alicia Good, avaliado em mais de US$ 52.000 (R$ 270.700), foi deixado para corrigir dois pequenos vazamentos e apareceu duas semanas e meia depois com a dianteira destruída; o impacto contra uma barreira de concreto de 6,1 metros ocorreu por volta das 20h15 e resultou em danos que levaram à classificação de perda total.
Que provas são citadas como importantes para responsabilizar a oficina pelo dano ao Audi Q5?
Para o caso do Audi Q5, documentos citados como relevantes incluem ordem de serviço, autorizações para teste, registros de chamadas, mensagens, fotos e vídeos; a proprietária relata ter recebido quatro versões diferentes e diz ter sido informada quase 18 horas após o acidente, elementos que podem influenciar uma ação por negligência dependendo da legislação estadual.
Como foi estimada a velocidade do Audi Q5 antes da colisão e isso confirma a perda total?
A estimativa de velocidade para o Audi Q5 apontada no relato varia entre aproximadamente 145 e 161 km/h antes do impacto; embora essa faixa sugira alta energia no choque e explique a divisão do motor, o vídeo não apresenta o laudo pericial que confirme tecnicamente a velocidade, necessária para fundamentar qualquer conclusão oficial sobre perda total.
Gloria Maria