Bella Longuinho — a influenciadora que começou a publicar em 2020 e iniciou sua transição de gênero em 2024 — viu uma mudança clara no retorno financeiro e no comportamento do público após a transição. O impacto vai além de números: envolve percepção do corpo nas redes e uma nova dinâmica de monetização que se consolidou como sua principal fonte de renda.
Faturamento chega a R$ 200 mil por mês
O modelo de assinaturas permite receita recorrente e engajamento direto com apoiadores, o que explica a escala do faturamento mesmo com um público que não diminuiu após a transição.
“A sexualização não chega a ser um receio, é uma certeza. Eu vejo que o meu corpo é muito mais sexualizado. Eu já trabalhava com isso antes de transicionar. Então eu vejo a diferença da sexualização para um homem gay para uma mulher trans.”
Transição, público e engajamento
A transição de gênero, iniciada em 2024, não provocou perda de público para Bella Longuinho; ao contrário, engajamento e faturamento cresceram significativamente. O relato indica que, após a mudança, interações e demanda pelo conteúdo sensual aumentaram.
Quatro anos depois de entrar para a internet, em 2020, a influenciadora viu métricas que, segundo o apurado, chegaram a triplicar — tanto em alcance quanto em retorno financeiro — o que evidencia como mudanças de imagem podem alterar trajetórias na economia de criadores.
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Perguntas Frequentes
Quanto Bella Longuinho fatura por mês com conteúdo sensual?
Quando Bella Longuinho iniciou a transição e como isso afetou seu público?
Bella Longuinho iniciou a transição de gênero em 2024, quatro anos depois de começar a publicar online em 2020. A mudança não diminuiu seu público; ao contrário, o engajamento aumentou e a sexualização da imagem se intensificou, resultando em audiência e faturamento significativamente maiores.
De onde vem a maior parte da renda de Bella Longuinho e como mudou após a transição?
Bella Longuinho obtém a maior parte da renda com a venda de conteúdo adulto em plataformas de assinatura, formato que hoje gera entre R$ 150 mil e R$ 200 mil mensais. Desde a transição de gênero, reportou-se um aumento no engajamento e na monetização, com movimento financeiro descrito como três vezes maior.
Beatriz Farias