Brasil — A Seleção Brasileira terminou a etapa de Szombathely, Hungria, da Copa do Mundo de Ginástica Artística com seis medalhas e uma lesão que pode alterar planos próximos à preparação para o Mundial de Roterdã. O saldo técnico traz pódios, notas internacionais e pontos a ajustar antes do principal compromisso do calendário.
Medalhas, placares e protagonistas
Flávia Saraiva foi o nome mais decisivo para o Brasil na etapa. Ela conquistou o ouro nas barras assimétricas com 13.366 pontos, voltou ao topo na trave com 13.766 e ainda ficou com a prata no solo, somando 13.433.
Na trave houve dobradinha brasileira: Rebeca Andrade fez 13.600 pontos e ficou em segundo lugar, à frente da britânica Emily Roper (12.866). No solo, a americana Dulcy Caylor recebeu 13.466 e levou o ouro; Lorrane Oliveira terminou em terceiro com 12.933.
Entre os homens, Arthur Nory venceu a barra fixa com 14.133 pontos. O tcheco Tomas Kalinic marcou 13.300 e ficou com a prata; o polonês Kacper Garnczarek somou 12.833 e levou o bronze.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →"A competição deu à comissão uma 'leitura precisa' do momento da equipe", afirmou Juliana Fajardo, chefe da delegação, sobre os ganhos técnicos observados em Szombathely.
Lesão de Caio e rota até Roterdã
Caio Souza, classificado para as finais das barras paralelas e da barra fixa, sofreu uma lesão no bíceps braquial durante a final das argolas e não competiu no domingo. Ele retornará ao Brasil para exames complementares que definirão a conduta médica e o impacto no calendário pessoal do ginasta.
Sem Caio, Lucas Bitencourt disputou as paralelas e terminou em quarto lugar, com 13.000 pontos. O ouro na prova ficou com o búlgaro Yordan Aleksandrov (13.633), seguido pelo ucraniano Oleg Verniaiev e pelo luxemburguês Quentin Brandenburger.
O Mundial de Ginástica Artística está marcado para 17 a 25 de outubro de 2026 no Rotterdam Ahoy — o 54º Campeonato Mundial da modalidade. A delegação brasileira iniciará a aclimatação com a equipe feminina concentrada em Amsterdã (Rebeca Andrade, Lorrane Oliveira, Flávia Saraiva e Sophia Weisberg) e o grupo masculino em Sangalhos, Portugal (Arthur Nory, Vitaliy Guimarães, Bernardo Miranda e Diogo Soares). Na segunda fase, Carolyne Pedro, Gabriela Vieira, Julia Coutinho e Thais Fidelis se juntarão ao feminino; Johnny Oshiro, Patrick Correa e Yuri Guimarães integrarão a preparação masculina.
O que você acha? Você acredita que a Seleção vai converter os resultados de Szombathely em pódios no Mundial? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Quais medalhas o Brasil conquistou na etapa de Szombathely em 20/09/2026?
O Brasil somou seis medalhas na etapa de Szombathely: três ouros, duas pratas e um bronze. Entre os destaques, Flávia Saraiva levou ouro nas barras assimétricas (13.366) e na trave (13.766) e prata no solo (13.433); Arthur Nory venceu a barra fixa com 14.133.
Qual é o estado da lesão de Caio Souza após a final das argolas?
Caio Souza saiu lesionado do bíceps braquial durante a final das argolas e não competiu no domingo. Caio voltará ao Brasil para exames complementares que vão orientar a conduta médica e determinar o impacto da lesão no calendário do ginasta rumo ao Mundial de Roterdã.
Quando e onde será o Mundial de Ginástica Artística e onde a equipe brasileira vai treinar?
O Mundial de Ginástica Artística ocorrerá de 17 a 25 de outubro de 2026 no Rotterdam Ahoy, Holanda. A seleção feminina fará aclimatação em Amsterdã com Rebeca Andrade, Lorrane Oliveira, Flávia Saraiva e Sophia Weisberg; o grupo masculino treinará em Sangalhos, Portugal.
Vinicius Balbino