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BYD mira 50% de peças nacionais e amplia rede de fornecedores

Resumo

A produção da BYD na fábrica de Camaçari (Bahia) avança com a homologação de mais de 400 fornecedores e negociações com outros 250, enquanto a montadora prepara soldagem, pintura e estamparia para subir o conteúdo local e atingir 50% de peças nacionais até janeiro de 2027. A unidade também monta conjuntos de baterias e motores elétricos e projeta exportações para Argentina e México.

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BYD mira 50% de peças nacionais e amplia rede de fornecedores
Foto: Divulgação
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BYD — A estratégia da fabricante no Brasil ganhou ritmo: em Camaçari, a empresa ampliou a rede de fornecedores e acelera etapas industriais para reduzir a dependência de importados e viabilizar um ambicioso objetivo de nacionalização que impacta custos, empregos e exportações.

Expansão da cadeia e a meta de nacionalização

A BYD já homologou mais de 400 fornecedores e está em negociação com cerca de 250 empresas para ampliar o fornecimento local de componentes. O plano tem como alvo elevar o conteúdo nacional dos veículos para 50% até janeiro de 2027.

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Essa meta envolve trazer para perto de Camaçari 17 sistemistas principais responsáveis por conjuntos e sistemas usados na montagem, encurtando a logística e ajustando entregas ao ritmo da linha de produção.

A meta é atingir 50% de conteúdo nacional nos veículos até janeiro de 2027.

Produção em Camaçari, exportações previstas e efeitos regionais

O complexo baiano já monta conjuntos de baterias (sem, porém, fabricar as células) e produz motores elétricos, além de montar modelos como o Dolphin Mini, Song Pro flex, King e o Atto 2 flex. A inclusão de soldagem, pintura e estamparia na planta amplia o escopo de transformação industrial realizado no Brasil.

Paralelamente à nacionalização, a BYD projeta demandas de 50 mil veículos para a Argentina e outros 50 mil para o México, com intenção de produzir esses lotes em Camaçari, embora um calendário de embarques não tenha sido divulgado. A redução de itens importados pode diminuir custos logísticos e mitigar efeitos do aumento de impostos previsto para começar em janeiro.

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Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD, defende atrair tecnologia e empresas para criar um polo de desenvolvimento em Camaçari, aproximando fornecedores e potencialmente ampliando a atividade industrial da região para além dos empregos diretos na fábrica.

O que você acha? A BYD conseguirá alcançar 50% de conteúdo nacional até janeiro de 2027? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

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Perguntas Frequentes

Qual é a meta de nacionalização da BYD e qual o prazo estabelecido?

A BYD tem como meta atingir 50% de conteúdo nacional nos veículos fabricados em Camaçari até janeiro de 2027. Esse percentual foi anunciado como objetivo da fabricante enquanto a planta amplia áreas como soldagem, pintura e estamparia para aumentar a produção local de carrocerias e conjuntos.

Quantos fornecedores a BYD já homologou e quantos ainda estão em negociação?

A BYD já homologou mais de 400 fornecedores e negocia com cerca de 250 empresas adicionais para ampliar sua cadeia de suprimentos no Brasil. Essa expansão busca integrar 17 sistemistas principais e reduzir distâncias logísticas entre fornecedores e a linha de montagem em Camaçari.

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Que volumes de exportação a BYD projeta a partir de Camaçari?

A BYD projeta demandas de 50 mil veículos para a Argentina e outros 50 mil para o México, com intenção de que esses carros sejam fabricados em Camaçari. Ainda não foi divulgado um calendário de embarques, mas a expectativa faz parte da estratégia de escalar produção e tornar a operação brasileira mais orientada a exportação.

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POR Rafael Menezes
Rafael Menezes

Redação e cobertura de entretenimento | Rafael Menezes integra a equipe de redação do Diário da Mídia, produzindo notícias e conteúdos sobre entretenimento, televisão e atualidades. Foca em textos claros, ágeis e atualizados para o público digital.

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