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Canal+ supera 40 milhões de assinantes após onda de aquisições

Resumo

A Canal+ acelerou sua expansão global com uma sequência de aquisições anunciada por Anna Marsh em Roma, durante o MIA Market; entre as operações estão participação majoritária na Lucky Red, 34% na UGC e a compra da MultiChoice por US$ 2 bilhões — movimentos que elevaram a base de assinantes para acima de 40 milhões e reforçam foco em conteúdo local e IPs adaptados.

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Canal+ supera 40 milhões de assinantes após onda de aquisições
Foto: Divulgação
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Canal+ — a rápida série de compras do grupo redefine seu alcance global, mas também aumenta a pressão por acertos comerciais e editoriais em um mercado marcado por IA e consolidação. Em Roma, a mensagem foi clara: expansão e conteúdo estratégico caminham juntos, e erros custam caro.

Aquisições que redesenham o mapa de alcance

O grupo avançou com uma participação majoritária na Lucky Red, assumiu 34% da UGC e fechou a aquisição da operadora MultiChoice por US$ 2 bilhões. Essas operações foram apontadas como responsáveis por levar a base de assinantes para pouco mais de 40 milhões.

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Com a compra da MultiChoice, o alcance da Canal+ cresceu especialmente no continente africano; mais da metade dessa base adicional é de língua inglesa, ampliando a janela de distribuição para projetos internacionais.

“A audiência está cada vez mais exigente e não há margem para erro”, declarou Anna Marsh ao discutir a velocidade das mudanças, a emergência da IA e a consolidação do mercado audiovisual.

Conteúdo, IPs e uma estratégia centrada em adaptação

Studiocanal aparece como o braço criativo da estratégia: a etiqueta Studiocanal Stories, lançada em 2024, é dedicada a adaptações de livros e funciona como alavanca para IPs com público pré-existente.

Projetos citados incluem a minissérie baseada na memória de Allegra Gucci, coproduzida por Sky Studios e Lucky Red e distribuída internacionalmente pela Studiocanal; também foram destacados títulos como o drama apartheid “The Road Home” e a série de ação “Shadow Has Fallen”.

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O que você acha? Você acredita que essa estratégia vai garantir mais projetos de peso e alcance internacional? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Foto: Divulgação

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Perguntas Frequentes

Quais aquisições recentes a Canal+ realizou e como isso impactou a base de assinantes?

A Canal+ realizou uma série de movimentos estratégicos, incluindo participação majoritária na Lucky Red, 34% na produtora UGC e a compra da MultiChoice por US$ 2 bilhões; essas operações impulsionaram a base de assinantes para acima de 40 milhões, ampliando a presença do grupo especialmente na África e entre públicos de língua inglesa.

O que é a iniciativa Studiocanal Stories e qual seu papel na estratégia do grupo?

A Studiocanal lançou o selo Studiocanal Stories em 2024 para focar em adaptações de livros, estratégia que busca aproveitar IPs consolidados como a franquia Paddington; o objetivo declarado é reduzir risco editorial e permitir maior investimento e uso de dados na tomada de decisões de produção.

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Quais riscos Anna Marsh apontou para a Canal+ em um mercado com IA e consolidações?

Anna Marsh destacou que a Canal+ enfrenta um ambiente de rápida transformação onde “a audiência é tão exigente” e “não há margem para erro”, citando a emergência da IA, a consolidação dos players nos EUA e a colisão entre pay TV e TV gratuita; ela falou sobre isso no MIA Market em Roma, evento de 19 a 23 de outubro.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Advogado e colunista esportivo | Marcos Antonio é formado em Direito e atua como colunista esportivo do Diário da Mídia. Apaixonado por futebol, escreve análises e conteúdos sobre esportes com uma visão crítica, técnica e interpretativa dos acontecimentos.

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