Carol Portaluppi — a influenciadora de 32 anos abriu o assunto da transição capilar por um ângulo que atinge muitas pessoas: além da transformação estética, o processo está afetando a autoestima e exige apoio para atravessar dias de frustração e esperança.
O efeito visível: fios com texturas diferentes e a decisão de parar com químicas
Aos 32 anos, Carol Portaluppi relatou que a mudança veio depois de enxergar dano contínuo nos fios. Ela explicou que o cabelo vinha quebrando muito em função do alisamento químico e que, por isso, optou pela transição para recuperar a saúde dos fios.
O processo, descreveu ela, deixa o cabelo "metade de um jeito, metade de outro": áreas ainda alisadas convivem com crescimentos cacheados, o que exige ajustes no corte, nos produtos e nas rotinas de cuidado.
"Quando vocês virem uma pessoa fazendo transição capilar, elogiem o cabelo, porque não é fácil. Quando você está acostumado com o cabelo e aí você resolve fazer a transição, o cabelo vai mudando."
Autoestima em jogo: por que elogios e companhia importam
Mais do que estética, Carol Portaluppi falou sobre o impacto emocional: a oscilação entre dias bons e dias ruins mexe com a confiança e com a forma como mulheres se veem diante do espelho.
Ela ressaltou que o incentivo ao redor facilita o caminho; ouvir que o cabelo está bonito ajuda a suportar as fases de corte e adaptação até que a textura natural se imponha por completo.
O que você acha? Você já passou por uma transição capilar ou conhece alguém que viveu isso? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Por que Carol Portaluppi decidiu iniciar a transição capilar?
Carol Portaluppi decidiu iniciar a transição capilar porque seus fios estavam quebrando muito devido ao uso contínuo de químicas para alisar; a escolha ocorreu para recuperar a saúde capilar e evitar mais danos, conforme ela relatou em declaração publicada em 15/09/2026, aos 32 anos.
Como a transição capilar tem afetado a autoestima de Carol Portaluppi?
A transição capilar de Carol Portaluppi tem afetado a autoestima ao mostrar fios com diferentes texturas, o que gera dias de insegurança e frustração. Ela explicou que esse contraste visual "mexe com tudo na mulher" e destacou a importância de apoio social e elogios durante o processo de adaptação.
Que conselho Carol Portaluppi deu para quem está fazendo transição capilar?
Carol Portaluppi recomenda incentivar e apoiar quem está na transição capilar, ressaltando paciência e compreensão. Aos 32 anos, ela contou que parou com as químicas porque o cabelo estava danificado e que hoje reconhece a beleza do cabelo cacheado natural, embora admita que o processo tenha dias difíceis.
Leticia Rodrigues