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Celulares: apenas 4% têm seguro; quebras lideram acionamentos

Celulares — A proteção contra perda, roubo ou dano ainda alcança uma parcela mínima do parque de smartphones no Brasil, mesmo com o aparelho...

Celulares: apenas 4% têm seguro; quebras lideram acionamentos
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Celulares — A proteção contra perda, roubo ou dano ainda alcança uma parcela mínima do parque de smartphones no Brasil, mesmo com o aparelho concentrando serviços bancários, trabalho e documentos pessoais. Dados oficiais de 2026 mostram que a cobertura está presente em apenas 4% dos dispositivos, cerca de 10 milhões de unidades.

  • Flash resumo: Somente 4% dos celulares têm seguro; danos acidentais respondem por 61% dos sinistros e 80% das reposições por roubo são entregues no mesmo dia.

Quebras acidentais dominam os acionamentos

Os números levantados pelas empresas do setor mostram que as quebras por acidentes são a principal causa de uso do seguro para celulares: correspondem a 61% dos sinistros processados por uma grande companhia do segmento, contra 39% atribuídos a roubos e furtos.

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O peso das quebras está ligado ao fato de que o smartphone é amplamente usado para operações sensíveis, como acesso a bancos e trabalho remoto, o que transforma um dano físico em perda funcional imediata para o usuário.

“O celular deixou de ser apenas um bem de consumo. Hoje ele concentra acesso a bancos, trabalho, documentos, comunicação e uma série de serviços essenciais. Quando o aparelho fica indisponível, o impacto para o consumidor vai muito além do valor do equipamento”, afirma Lucas Linhares, sócio‑fundador do Grupo PLL.

Cobertura reduzida e janela clara para expansão

Apesar da criticidade do aparelho no dia a dia, cerca de 96% dos smartphones circulando no país seguem sem seguro — um indicador de mercado ainda em fase inicial. A penetração de 4% equivale a aproximadamente 10 milhões de dispositivos segurados.

Operadoras e seguradoras já demonstram capacidade operacional: uma companhia do setor realiza perto de 20 mil atendimentos por mês, e, em casos de roubo ou furto, 80% das reposições são entregues no mesmo dia da abertura do sinistro, reduzindo o tempo em que o usuário fica offline.

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O que você acha? Você já ficou sem o celular por causa de uma quebra ou furto? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Quantos celulares no Brasil têm seguro e o que esse percentual representa?

Os celulares no Brasil têm seguro em apenas 4% dos casos, o que equivale a cerca de 10 milhões de aparelhos de acordo com dados divulgados em 2026. Esse percentual revela que aproximadamente 96% dos dispositivos continuam sem proteção, mostrando área significativa para expansão do mercado.

Por que as quebras acidentais são o principal motivo para acionar o seguro de celulares?

Os registros de sinistros de celulares apontam que danos acidentais representam 61% das ocorrências, enquanto roubos e furtos somam 39%. Esse cenário reflete o uso intenso do aparelho em atividades diárias e a vulnerabilidade física das telas e estruturas, tornando as quebras o principal gatilho para acionamento.

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Quanto tempo costuma levar para receber um aparelho de reposição após um roubo?

Os celulares relacionados a roubos ou furtos contam com reposição rápida: 80% das unidades de reposição são entregues no mesmo dia da abertura do sinistro, segundo dados do setor. Esse indicador reduz significativamente o impacto operacional para quem depende do telefone para serviços essenciais.

Qual é a capacidade de atendimento das empresas que operam seguros para celulares?

Os dados sobre celulares mostram que algumas empresas do ramo realizam cerca de 20 mil atendimentos por mês em suas operações de seguros. Esse volume indica uma estrutura de atendimento consolidada, capaz de processar grande parte dos sinistros, especialmente os relacionados a danos e roubos.

O mercado de seguros para celulares tem espaço para crescer no Brasil?

Os celulares no Brasil ainda apresentam ampla margem para crescimento do seguro: com 96% dos aparelhos sem proteção e apenas 4% segurados (cerca de 10 milhões), há potencial para ampliar ofertas focadas em danos acidentais, reposição rápida e parcerias com fabricantes e operadoras.

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POR Mariana Costa
Mariana Costa

Editora de conteúdo e atualização de notícias | Mariana Costa atua na produção, apuração e atualização de conteúdos do Diário da Mídia. Especializada em entretenimento, televisão, streaming, celebridades e tendências digitais, acompanha os principais acontecimentos em tempo real para entregar notícias precisas, contextualizadas e relevantes aos leitores.

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