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Citroën adota híbrido leve de 12V no C3, Basalt e Aircross

Resumo

A Citroën vai equipar o C3, Basalt e Aircross com um sistema híbrido leve de 12 volts dentro do programa BioHybrid da Stellantis, mantendo o motor GSE 1.0 Turbo de 115 cv e o câmbio CVT. A solução inclui bateria de lítio de 0,132 kWh sob o banco do motorista, promete redução de consumo e garante benefícios fiscais em São Paulo; a novidade entra na linha 2028.

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Citroën adota híbrido leve de 12V no C3, Basalt e Aircross
Foto: Divulgação
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Citroën — a montadora vai acelerar a modernização de seus compactos ao adotar um sistema híbrido leve de 12 volts para os modelos C3, Basalt e Aircross, medida que mira redução do consumo e melhoria na eficiência nas partidas e retomadas. A mudança integra o programa BioHybrid da Stellantis e passa a constar na linha 2028.

Como funciona o híbrido leve de 12V

O conjunto híbrido leve utiliza uma bateria de lítio de 0,132 kWh instalada sob o banco do motorista e um motor-gerador no lugar do alternador tradicional. Esse arranjo fornece cerca de 4 cavalos e 1 kgfm ao sistema, ajudando nas saídas e quando o motorista exige acelerações mais fortes.

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Os três modelos continuarão com o motor GSE 1.0 Turbo de 115 cavalos e 20,4 kgfm, acoplado ao câmbio CVT que simula sete marchas. Em desacelerações, o gerador recupera energia cinética e a direciona para a bateria de 12V, alimentando o sistema elétrico e o Start&Stop.

C3, Basalt e Aircross terão bateria de lítio de 0,132 kWh sob o banco do motorista e usarão o motor-gerador para reduzir o esforço do 1.0 turbo nas saídas.

Efeitos práticos e benefícios fiscais

Na prática, a adoção do sistema BioHybrid busca reduzir consumo de gasolina e etanol nos compactos da marca, além de melhorar a sensação de resposta nas arrancadas. Indicadores de uso e de recuperação de energia serão parte do pacote para monitoramento pelo condutor.

Além do ganho de economia, a hibridização leve traz vantagens tributárias: em São Paulo, os modelos MHEV da Citroën passam a ser considerados como híbridos leves, com desconto de 50% no IPVA e isenção do rodízio municipal. Em outros estados, o enquadramento pode reduzir a base de cálculo do imposto.

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O que você acha? Você acha que a hibridização leve fará diferença no consumo e no custo de uso dos compactos? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

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Perguntas Frequentes

O que muda no C3, Basalt e Aircross com o híbrido leve de 12V?

C3, Basalt e Aircross passam a contar com um sistema híbrido leve de 12 volts que mantém o motor GSE 1.0 Turbo de 115 cv e o câmbio CVT. A mudança inclui uma bateria de lítio de 0,132 kWh e um motor-gerador que aporta cerca de 4 cv e 1 kgfm para melhorar partidas e reduzir consumo.

Quais ganhos de consumo e funcionamento o sistema promete?

O sistema BioHybrid aplicado à Citroën reduz esforço do motor nas arrancadas, recupera energia em desacelerações e alimenta o Start&Stop, o que tende a cortar consumo urbano. A configuração combina o GSE 1.0 Turbo de 115 cv com o gerador de apoio e a bateria de 0,132 kWh para ganho prático em tráfego cotidiano.

Quando os modelos com o sistema chegam ao mercado e há vantagens fiscais?

Os modelos Citroën equipados com híbrido leve entram na linha 2028, prevista para o próximo ano. Em São Paulo, esses MHEV recebem desconto de 50% no IPVA e isenção de rodízio municipal, enquanto outros estados podem adotar enquadramentos fiscais que reduzem tributos.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Advogado e colunista esportivo | Marcos Antonio é formado em Direito e atua como colunista esportivo do Diário da Mídia. Apaixonado por futebol, escreve análises e conteúdos sobre esportes com uma visão crítica, técnica e interpretativa dos acontecimentos.

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