Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque — A força dos grafismos indígenas ganha voz sem microfone: na série Cunhãs - Além de Parintins, as duas cunhãs mostram que os traços no corpo expressam ancestralidade, resistência e identidade cultural, e que essa linguagem corporal dialoga diretamente com o público do Bumbódromo e da transmissão da Globo.
- Flash resumo: As cunhãs explicam que o grafismo corporal representa resistência, pertencimento e história; a série está disponível no gshow e no palco do GloboPop.
Grafismo como linguagem e performance
As duas protagonistas afirmam que o grafismo não é apenas ornamento — é um modo de falar dentro da arena. Isabelle destaca que o corpo funciona como voz para quem representa o item 9 do Festival Folclórico de Parintins.
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Ver todos →A responsabilidade vira expressão: ocupando cargos no Garantido e no Caprichoso, respectivamente, Isabelle e Marciele carregam símbolos que atravessam gerações e mantém vivas tradições originárias da Amazônia.
“Significa força através do nosso corpo. O nosso corpo é a nossa voz dentro da arena do Bumbódromo. A gente não pega o microfone e fala, como alguns itens fazem. Então, toda a expressão que a gente tem de voz é com os movimentos corporais e também com o nosso corpo. O grafismo indígena carrega resistência, carrega um povo vivo, carrega muito significado”
Identidade, pertencimento e visibilidade nacional
Marciele descreve o grafismo como algo que “vem com a gente” — não é só técnica aprendida, é um reconhecimento de pertencimento ao longo da vida. Para ela, os símbolos reforçam autoestima e reconhecimento pessoal durante as apresentações.
A série Cunhãs - Além de Parintins expõe essas narrativas ao Brasil, com episódios publicados no gshow e no palco dedicado à série, e também no palco do GloboPop, enquanto a transmissão principal fica por conta da Globo.
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Perguntas Frequentes
O que Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque dizem que os grafismos indígenas representam no Festival Folclórico de Parintins?
Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque afirmam que os grafismos indígenas no corpo representam força, resistência e ancestralidade; segundo o relato, esses traços funcionam como voz dentro da arena do Bumbódromo e carregam significado cultural ligado ao item 9 do Festival Folclórico de Parintins, transformando o corpo em extensão viva da cultura regional.
Onde posso assistir à série Cunhãs - Além de Parintins com Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque?
Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque aparecem na série Cunhãs - Além de Parintins, que tem episódios publicados no gshow e no palco dedicado à série, e também é disponibilizada no app GloboPop; a transmissão principal vinculada ao projeto foi feita pela Globo, conforme informado no material de lançamento.
Quais cargos Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque ocupam e como isso afeta o significado dos grafismos?
Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque ocupam cargos de cunhã nos bois Garantido e Caprichoso, respectivamente, e essa posição reforça o peso simbólico dos grafismos: como representantes do item 9 no Festival Folclórico de Parintins, elas usam os traços para afirmar identidade, espiritualidade e pertencimento coletivo durante as apresentações.
Como Marciele Albuquerque descreve a relação pessoal com os grafismos indígenas em seu corpo?
Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque relatam que Marciele sente que o grafismo “vem com a gente” e foi sendo compreendido ao longo da vida; Marciele descreve essa conexão como nascimento de pertencimento, reconhecimento e força pessoal, transformando a pintura corporal em afirmação de identidade e autoestima.
Quando a série Cunhãs - Além de Parintins foi anunciada para estrear e em que canal?
Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque aparecem na série Cunhãs - Além de Parintins, cuja estreia foi anunciada para “nesta segunda (22)” e com conteúdo publicado no gshow; a divulgação aponta que a transmissão do projeto está vinculada à Globo, que dá visibilidade nacional ao tema.
Samuel Vitor