Disney — a empresa voltou a reduzir seu quadro com uma nova onda de desligamentos que atinge principalmente equipes administrativas: Recursos Humanos e tecnologia aparecem como as áreas mais afetadas, enquanto operações de cinema e televisão foram em grande parte poupadas nesta etapa.
Cortes focados em RH e tecnologia enquanto a companhia reposiciona recursos
Os desligamentos anunciados no dia 29 concentram-se em cargos corporativos, com números preliminares apontando para cerca de 300 funcionários afetados. A movimentação reafirma uma reorientação interna que busca enxugar despesas administrativas.
Ao mesmo tempo, a empresa tem colocado tecnologia no centro de sua reestruturação: em setembro foi criado o cargo de diretor de tecnologia para toda a companhia, com a contratação de Karandeep Anand para liderar equipes técnicas sob a supervisão direta de Josh D’Amaro.
Apesar das demissões, as operações de cinema e televisão foram poupadas nesta rodada, enquanto a companhia continua ajustando prioridades entre produção, plataformas de streaming e centros corporativos. Para quem acompanha produções e serviços da empresa, a mudança indica realocação de recursos para áreas estratégicas como a plataforma Disney+.
Instinto de Mãe: Sakshi é revelada como sequestradora
Onde assistir e detalhes →
Confinada: minissérie expõe abuso que levou a condenação histórica
Onde assistir e detalhes →
Engin Akyürek nega estar casado após sucesso de Meu Nome é Farah
Onde assistir e detalhes →
Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →As reduções desta rodada atingem principalmente os departamentos de Recursos Humanos e tecnologia, com algumas centenas de funcionários perdendo seus cargos.
Contexto: sequência de cortes desde a troca de comando
Esta nova fase faz parte de uma sequência iniciada após a chegada de Josh D’Amaro à liderança em março. Em abril, cerca de 1.000 cargos foram eliminados durante uma reestruturação que afetou áreas de marketing, estúdios, televisão e departamentos corporativos.
As demissões posteriores também atingiram divisões criativas: em julho, a Pixar foi uma das áreas mais impactadas entre os estúdios, e a National Geographic figurou entre as mais afetadas na televisão. A Marvel Studios perdeu grande parte da equipe de desenvolvimento visual em cortes anteriores.
Além dos desligamentos, a empresa ofereceu pacotes de aposentadoria antecipada em agosto para parte do quadro mais antigo, e a diretoria de Recursos Humanos já deixou claro que reduções involuntárias poderiam continuar, com possibilidade de avanços em 2027.
Do ponto de vista estrutural, a área jurídica passou por um processo próprio de reorganização: o diretor jurídico informou que o departamento será reduzido e que automação, serviços compartilhados e novas tecnologias fazem parte das ferramentas previstas para remodelar funções.
No fechamento do ano fiscal de 2025, a companhia contava com aproximadamente 231 mil funcionários, sendo cerca de 172 mil nos Estados Unidos e 59 mil em outros países — um pano de fundo que ajuda a dimensionar o impacto relativo das rodadas recentes.
O que você acha? O que você acha dessa reestruturação na Disney? Para acompanhar mais notícias do universo das produções e plataformas, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Quantas pessoas foram demitidas na nova rodada da Disney e qual é a estimativa mais citada?
Quais áreas da Disney foram mais afetadas e quais foram poupadas nesta etapa?
Os cortes desta rodada da Disney concentraram-se principalmente nos departamentos de Recursos Humanos e tecnologia, enquanto as operações de cinema e televisão foram, em sua maior parte, poupadas. Em rodadas anteriores, estúdios como Pixar e divisões como National Geographic e ESPN sofreram reduções significativas.
O que mudou na liderança e na estrutura tecnológica da Disney recentemente?
A estrutura de tecnologia da Disney ganhou destaque com a criação, em setembro, do cargo de diretor de tecnologia e a contratação de Karandeep Anand para ocupar essa posição, reportando-se diretamente a Josh D’Amaro. Não há confirmação de que as demissões sejam resultado direto da adoção de inteligência artificial.
Leticia Rodrigues