Divinos Rivais — A aquisição dos direitos pela Disney muda a trajetória do projeto e marca um recomeço criativo: o material desenvolvido na fase anterior não será transferido, o que indica um novo roteiro e cronograma ainda indefinidos. Para fãs da romantasia e leitores do BookTok, a notícia abre tanto possibilidades quanto incertezas sobre elenco e lançamento.
Direitos e bastidores: o que mudou na produção
A adaptação de Divinos Rivais estava em desenvolvimento desde 2025 e agora ficará sob a responsabilidade da Disney Live Action, com supervisão interna da vice-presidente sênior de produção Allison Erlikhman, em linha com a presidência de Daria Cercek.
Com o vencimento do acordo anterior, a Disney comprou os direitos e decidiu não reaproveitar o trabalho anterior: um novo roteirista será contratado para iniciar a adaptação do zero, o que deve alongar o tempo até quaisquer anúncios formais de direção ou elenco.
Os produtores Lorenzo di Bonaventura e Pouya Shahbazian permanecem ligados ao projeto, e a própria autora Rebecca Ross aparece no crédito como produtora executiva, ao lado de Stephen Shafer.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Em paralelo, a entrada da Disney posiciona o filme em uma estrutura de estúdio com alcance global, mas sem garantias públicas sobre formato ou número de filmes a serem produzidos.
A Disney adquiriu os direitos de adaptação de Divinos Rivais e a produção ficará sob a responsabilidade da Disney Live Action; o roteiro será reescrito por um novo roteirista.
Da página para as telas: público, vendas e decisões em aberto
O apelo comercial de Divinos Rivais explica o interesse: o primeiro livro vendeu mais de 1 milhão de exemplares e permaneceu por 104 semanas na lista de livros juvenis mais vendidos do The New York Times, enquanto o segundo volume, Promessas Cruéis, ultrapassou 500 mil cópias e estreou em primeiro lugar na mesma lista em janeiro de 2024.
Na soma da carreira de Rebecca Ross, as obras já registram cerca de 3 milhões de exemplares vendidos e traduções para 27 idiomas, dados que tornam o material especialmente atraente para adaptações de grande escala.
Não há, até o momento, previsão de estreia, diretor anunciado ou elenco confirmado, nem confirmação de que Promessas Cruéis será adaptado como continuação; a transição de estúdio tende a atrasar decisões criativas enquanto o novo roteiro é desenvolvido.
Foto: Divulgação
Para quem acompanha produções da Disney, o projeto passa agora a integrar o portfólio de títulos que o estúdio prepara para cinema, com potencial de lançamento global por plataformas e redes de distribuição associadas à empresa. Para saber mais sobre lançamentos e adaptações, visite Disney+.
O que você acha? Você esperava que a Disney assumisse a adaptação de Divinos Rivais e que isso trouxesse um reboot do roteiro? Para acompanhar mais sobre cinema e adaptações, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
O que muda agora que a Disney comprou os direitos de Divinos Rivais?
Divinos Rivais passa a ser desenvolvido pela Disney Live Action e, por isso, o material prévio não será aproveitado; a produção exigirá um novo roteirista e uma nova fase de desenvolvimento, o que retarda anúncios de diretor, elenco e data de filmagem.
Quem permanece no projeto de Divinos Rivais após a transição para a Disney?
Divinos Rivais mantém os produtores Lorenzo di Bonaventura e Pouya Shahbazian, com Rebecca Ross e Stephen Shafer creditados como produtores executivos; dentro da Disney, Allison Erlikhman supervisionará o desenvolvimento em nível sênior.
Qual é a história de Divinos Rivais e por que a obra chamou a atenção de Hollywood?
Divinos Rivais é uma romantasia sobre Iris Winnow e o rival Roman Kitt em meio a uma guerra entre deuses; o primeiro livro vendeu mais de 1 milhão de exemplares e ficou 104 semanas na lista do New York Times, números que explicam o interesse dos estúdios.
Gloria Maria