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Evelyn Castro: homenagem ao tio acaba em constrangimento com 'proibidão'

Evelyn Castro — Uma homenagem planejada para marcar a despedida do tio terminou em constrangimento quando a atriz, aos 45 anos, apertou a faixa errada...

Evelyn Castro: homenagem ao tio acaba em constrangimento com 'proibidão'
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Evelyn Castro — Uma homenagem planejada para marcar a despedida do tio terminou em constrangimento quando a atriz, aos 45 anos, apertou a faixa errada no celular e reproduziu um “proibidão” com sons de tiros enquanto o caixão era fechado. O erro expôs o risco de equívocos digitais em momentos de luto e gerou reação imediata entre os presentes.

  • Flash resumo: Evelyn tentou tocar "Feira de Acarí", de MC Batata, mas deu play na faixa errada; a gravação continha sons de tiros e foi interrompida antes de a homenagem seguir como planejado.

O erro no aparelho e a reação no velório

A intenção de Evelyn Castro era transformar a despedida em uma lembrança afetiva: o tio havia apresentado à sobrinha o funk que marcou a infância dela. No momento em que o caixão estava sendo fechado, a atriz mexeu no celular e, por engano, deu play em uma outra faixa.

A gravação equivocada incluía o que é popularmente chamado de "proibidão" — um subgênero do funk conhecido por letras e efeitos que podem remeter à violência — com efeitos sonoros de tiros. Os coveiros perceberam e houve olhares que deixaram Evelyn apreensiva sobre como a cena poderia ser interpretada.

“Botei Feira de Acarí na hora que estava fechando [o caixão]. Botei errado. O coveiros estavam parafusando e começou a tocar o ‘proibido’.”

Como a homenagem foi retomada e o desfecho

Após interromper a reprodução equivocada, Evelyn Castro voltou a procurar a música que havia escolhido para o tio. A canção desejada, "Feira de Acarí", é de MC Batata e, segundo a atriz, foi o primeiro funk que o tio lhe apresentou — referência afetiva que motivou a inclusão no rito de despedida.

Quando a faixa correta finalmente tocou, a artista acompanhou a música sozinha e chegou a executar passos da coreografia. Em suas palavras, o episódio virou um capítulo à parte da homenagem: constrangedor, mas também uma expressão do modo como ela lida com o luto.

O caso ressalta duas questões atuais: a facilidade com que aparelhos digitais podem gerar equívocos em cerimônias formais e a sensibilidade do público diante de elementos culturais que, fora de contexto, podem ser mal interpretados.

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Perguntas Frequentes

Como aconteceu o erro de música no velório do tio de Evelyn Castro?

Evelyn Castro apertou a faixa errada ao tentar homenagear o tio durante o velório, e a música começou justamente quando o caixão era fechado; a gravação era um "proibidão" com sons de tiros, o que transformou a homenagem planejada em choque e constrangimento entre os presentes.

Qual música Evelyn Castro queria tocar na despedida do tio?

Evelyn Castro planejou tocar "Feira de Acarí", de MC Batata, porque foi o primeiro funk que o tio lhe apresentou na infância; ela também lembrou que ele gostava de coletâneas do selo Furacão 2000, o que justificava a escolha afetiva para a cerimônia.

O que Evelyn Castro fez depois que o 'proibidão' começou a tocar?

Evelyn Castro interrompeu a reprodução assim que percebeu os tiros na faixa e tentou desligar o aparelho enquanto os coveiros trabalhavam; depois de interromper, ela procurou novamente a canção escolhida e voltou a tocar "Feira de Acarí", acompanhando a música sozinha.

Evelyn Castro comentou sobre como costuma lidar com o luto?

Evelyn Castro afirmou que costuma atravessar o luto buscando viver a vida "da melhor forma possível" e reconheceu que por vezes “passa um pouquinho do limite”; ela descreveu o episódio como um amor expresso de forma que acabou gerando constrangimento durante a despedida.

Como reagiram os presentes ao ouvir o 'proibidão' no velório de Evelyn Castro?

Evelyn Castro relatou que os olhares dos coveiros e demais presentes a fizeram imaginar que o tio poderia ser interpretado como bandido após o 'proibidão' com sons de tiros; o incidente gerou desconforto imediato e preocupação sobre a leitura equivocada da despedida.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Advogado e colunista esportivo | Marcos Antonio é formado em Direito e atua como colunista esportivo do Diário da Mídia. Apaixonado por futebol, escreve análises e conteúdos sobre esportes com uma visão crítica, técnica e interpretativa dos acontecimentos.

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