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Gartner: 30% das demissões por IA serão refeitas com custo maior

Resumo

Gartner prevê que 30% das posições eliminadas em cortes relacionados à inteligência artificial serão reabertas até 2029, o que transformaria demissões rápidas em custo adicional significativo para empresas. O relatório alerta que reduções precipitadas corroem pipelines de talentos e aumentam despesas com recrutamento e treinamento, enquanto rivais que reinvestirem ganhos em inovação podem superar quem buscou apenas corte de custos.

Gartner: 30% das demissões por IA serão refeitas com custo maior
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Gartner — a previsão de que 30% das posições eliminadas por demissões ligadas à inteligência artificial serão reabertas até 2029 acende um alerta para executivos: cortes adotados apenas para reduzir despesas podem sair caros no médio prazo.

Recontratações e o ônus financeiro

A estimativa de que 30% das vagas cortadas por causa da IA serão refeitas até 2029 sinaliza um efeito boomerang, especialmente para grandes empresas, onde o impacto médio projetado é maior, perto de 40%.

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O relatório também destaca que demissões rápidas esvaziam pipelines de talentos e corroem conhecimento institucional, levando a aumentos nos custos de recrutamento, treinamento e integração quando posições precisam ser restauradas.

“Quando executivos de negócios e de TI olharem para trás na era inicial da IA, perceberão que o maior erro foi acreditar que a automação do trabalho era o objetivo, quando a oportunidade era a amplificação da força de trabalho.” — Tori Paulman, vice‑presidente e analista da Gartner.

O debate sobre a validade das demissões por IA

Especialistas questionam a metodologia que sustenta o número de 30%, observando que parte das reversões de cortes não aparece como recontratações formais — podem se manifestar como contratos terceirizados, terceirização offshore, reconfiguração de cargos ou aumento de sobrecarga entre os empregados remanescentes.

Pesquisas e levantamentos do mercado já indicam sinais de arrependimento: levantamentos citados no debate mostram que até 55% das empresas relatam remorso sobre cortes atribuídos à IA, e estudos de firmas de recrutamento indicam que cerca de um terço dos executivos já recontrataram funções que haviam eliminado.

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Críticas adicionais ressaltam que organizações que priorizam apenas ganhos de produtividade como redução de custos poderão ser ultrapassadas por concorrentes que, até 2027, reinvestirem esses recursos em inovação, modernização e capacitação.

“Se 30% das demissões por IA tiverem de ser revertidas, isso constitui um enorme erro de julgamento estratégico,” observa outro analista, destacando que desfazer cortes a um prêmio financeiro é diferente de um ajuste planejado e bem fundamentado.

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Perguntas Frequentes

O que exatamente a Gartner previu sobre demissões ligadas à IA?

Gartner prevê que 30% das posições eliminadas por iniciativas de IA serão reabertas até 2029, com impacto médio maior em grandes empresas (cerca de 40%). O relatório alerta que esses ajustes podem gerar custos adicionais relevantes, como recrutamento, treinamento e perda de conhecimento institucional.

Qual é o risco apontado pela Gartner para empresas que tratam IA apenas como corte de custos?

Gartner afirma que empresas que priorizam ganhos de produtividade como simples economia correm o risco de esgotar talentos e perder capacidade de inovação; a previsão complementa que, até 2027, 75% das organizações que focarem apenas em cortar custos podem ser superadas por rivais que reinvestirem em modernização e upskilling.

Quais empresas já reverteram ou reduziram cortes atribuídos à IA?

Várias companhias mencionadas como casos de reversão incluem Ford, IBM, Booz Allen Hamilton, Alphabet, CSX e Klarna, que anunciaram recontratações ou mudaram planos após perceberem que a automação não entregou o valor esperado na totalidade.

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POR Samuel Vitor
Samuel Vitor

Social media e atualização de notícias | Samuel Vitor atua na atualização e distribuição de conteúdos do Diário da Mídia nas plataformas digitais. Trabalha com foco em redes sociais, monitoramento de tendências e publicação de notícias em tempo real.

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