Geely, BYD e Leapmotor — a ampliação da presença desses fabricantes nas ruas do Brasil convive com relatos de donos que afirmam ter esperado meses por peças e serviços, criando um nó entre vendas crescentes e capacidade de reposição no pós-venda.
Casos reais e prazos que se estenderam além do previsto
Proprietários descrevem cronogramas de reparo que passaram de semanas para meses. O Geely EX2 Pro de Thiago Alves entrou na oficina em 19 de junho, teve os reparos autorizados em 30 de junho e só foi devolvido em 25 de setembro — uma espera superior a três meses.
Outro exemplo envolve a proprietária Nadielle Lisboa, cujo EX2 Max foi levado à concessionária em 16 de junho; após 20 dias foi informada de falta de previsão para peças, mesmo havendo unidades em estoques de outras cidades.
O Geely EX2 Pro entrou na concessionária em 19 de junho e só voltou ao proprietário em 25 de setembro, segundo relato do dono.
Problemas variados: peças, componentes eletrônicos e logística
Os relatos incluem troca de para-choques, capô, faróis, radiador, caixa de direção e até para-brisa, com impacto no funcionamento de sistemas como o ADAS após substituições. Em um caso de BYD Dolphin Mini, itens como a caixa de direção foram trocados em 14 de setembro, enquanto outra peça solicitada em 27 de julho seguia pendente.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Casos de Leapmotor C10 e MG4 também aparecem: um proprietário de Leapmotor relatou prazos que saíram de 15–20 dias para 30 e depois 40 dias, com o seguro oferecendo carro reserva por apenas 15 dias; no MG4, a troca do para-brisa demorou de abril a 16 de setembro e o ADAS ainda não foi restabelecido, segundo o relato.
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Perguntas Frequentes
Quanto tempo proprietários de Geely, BYD e Leapmotor relatam esperar por reparos nas concessionárias no Brasil?
Proprietários de Geely, BYD e Leapmotor relatam esperas que podem ultrapassar três meses em alguns casos, com prazos aprovados de 40 dias ou menos estendidos para julho a setembro. Exemplos incluem um Geely EX2 Pro entregue em 19 de junho e devolvido somente em 25 de setembro.
Quais peças ou serviços têm sido mais afetados por atrasos nas redes autorizadas?
As demandas mais citadas envolvem peças frontais e componentes de direção e climatização: para-choques, capô, faróis, radiador, caixa de direção e caixa evaporadora, além de para-brisas cuja troca afetou o ADAS. Um MG4 teve o para-brisa substituído entre abril e 16 de setembro, com calibração pendente.
Houve posicionamento das montadoras sobre a falta de peças e extensão dos prazos?
Geely, BYD e Leapmotor adotaram posturas diferentes: BYD e Geely condicionaram respostas ao envio de informações pelos clientes, enquanto a Stellantis, responsável pela distribuição da Leapmotor, citou disponibilidade de componentes, transporte e importação como fatores que podem impactar prazos.
Vinicius Balbino