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Guillermo del Toro descarta adaptar BioShock para o cinema

Resumo

Guillermo del Toro afirma que não pretende voltar a adaptar videogames após uma tentativa frustrada de levar BioShock ao cinema; a ruptura foi provocada por uma ligação telefônica tensa, ocorrida antes do anúncio da versão atual da franquia, e soma-se a frustrações anteriores em projetos como InSane (2010–2012) e Silent Hills.

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Guillermo del Toro descarta adaptar BioShock para o cinema
Foto: Divulgação
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Guillermo del Toro — a confirmação do diretor encerra expectativas de fãs que imaginavam seu toque visual em BioShock e reacende o debate sobre as dificuldades de transpor jogos para o cinema. Segundo o relato do próprio cineasta, uma ligação telefônica tensa foi suficiente para pôr fim ao projeto, e ele garante que não tentará novamente.

Ligação tensa e um "nunca mais" que fecha portas

O episódio com BioShock teve impacto decisivo: a conversa telefônica, descrita por del Toro como uma das piores que já viveu, interrompeu a tentativa de levar o jogo às telas. O cineasta não detalhou quem participou da ligação nem qual seria exatamente sua função no projeto.

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Del Toro já havia demonstrado interesse em adaptar BioShock em 2017, mas o encontro negativo ocorreu antes do anúncio da versão da franquia por outra produtora. A experiência consolidou a posição pública do diretor de não querer retomar adaptações de videogame.

“Nunca mais. Não, de jeito nenhum.”

Limitações criativas, orçamentos e um histórico de projetos abortados

Na visão do diretor, videogames e cinema têm dinâmicas narrativas diferentes — ele aponta que a interatividade e a construção de quebra-cabeças no jogo não se traduzem facilmente ao formato cinematográfico. Essa divergência criativa, somada a negociações conturbadas, pesou na decisão final.

O histórico de tentativas frustradas é extenso: uma versão de BioShock dirigida por Gore Verbinski foi interrompida pela Universal em 2009 quando o orçamento alcançou cerca de US$ 160 milhões. Hoje existe uma adaptação em desenvolvimento pela Netflix, com Francis Lawrence cotado para a direção e Michael Green no roteiro, mas o episódio relatado por del Toro já havia acontecido antes dessa movimentação.

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Além de BioShock, del Toro coleciona projetos ligados ao universo dos jogos que não saíram do papel — o jogo InSane, anunciado em 2010 em parceria com a THQ, foi cancelado em 2012, e o ambicioso Silent Hills, concebido com Hideo Kojima, também não avançou. Essas frustrações ajudam a explicar a postura de afastamento do diretor em relação ao meio.

Foto: Divulgação

O que você acha? Você lamenta que Guillermo del Toro não volte a adaptar videogames? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Por que Guillermo del Toro diz que não fará mais adaptações de videogames?

Guillermo del Toro afirma que uma ligação telefônica “muito tensa” e as diferenças entre as linguagens de videogame e cinema motivaram sua decisão. Ele lembrou interesse antigo em 2017 e citou experiências frustradas em projetos anteriores como fatores que o deixaram convicto a não tentar novamente.

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O que houve com a primeira tentativa de levar BioShock ao cinema mencionada por Guillermo del Toro?

Guillermo del Toro recorda que BioShock já teve uma versão interrompida pela Universal em 2009 quando o orçamento chegou a cerca de US$ 160 milhões. Atualmente há uma adaptação em desenvolvimento pela Netflix, com Francis Lawrence na direção e Michael Green no roteiro, mas a tentativa citada ocorreu antes desse movimento.

Guillermo del Toro já teve outros projetos de jogos cancelados?

Guillermo del Toro acumula abortos no universo dos jogos: o título InSane foi anunciado em 2010 e cancelado em 2012, e o projeto Silent Hills, em parceria com Hideo Kojima, também não saiu do papel. Essas experiências formam parte do contexto que levou o diretor a se afastar de novas tentativas.

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POR Samuel Vitor
Samuel Vitor

Social media e atualização de notícias | Samuel Vitor atua na atualização e distribuição de conteúdos do Diário da Mídia nas plataformas digitais. Trabalha com foco em redes sociais, monitoramento de tendências e publicação de notícias em tempo real.

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