Internacional — A diretoria colorada decidiu barrar uma proposta internacional pelo atacante Rafael Borré, optando por preservar o projeto esportivo mesmo diante de oferta significativa. A escolha tem impacto direto no planejamento ofensivo e na rotina do elenco nas próximas rodadas do Brasileiro.
- Flash resumo: Monterrey sinalizou US$ 6,5 milhões (R$ 32, 7 milhões) por Borré, mas o Inter rejeitou e o técnico Pezzolano quer o jogador no grupo.
Decisão da diretoria e reunião que mudou o rumo
O ponto de virada foi um encontro em Porto Alegre, quando o agente de Rafael Borré se reuniu com Fabinho Soldado e Alessandro Barcellos para discutir o futuro do atacante no clube.
A proposta do Monterrey, do México, estava quantificada: 6,5 milhões de dólares (R$ 32, 7 milhões). Ainda assim, a resposta interna foi negativa. A avaliação técnica e a percepção de valor para o elenco pesaram mais do que o aporte financeiro imediato.
o empresário de Rafael Borré esteve em Porto Alegre no último final de semana.
Pezzolano e o argumento da continuidade
A comissão técnica, liderada por Pezzolano, foi determinante na decisão. O treinador considera Borré peça importante para o funcionamento ofensivo e aposta que o jogador pode evoluir nas próximas partidas.
Além de números, pesou a liderança no vestiário e a experiência do centroavante em competições decisivas. Internamente, a avaliação é de que manter referências pode ser estratégico diante do desgaste do calendário nacional.
Com a venda descartada, o clube já vira a chave para o Campeonato Brasileiro: o Colorado enfrenta o Vitória neste sábado (23), às 17h, no Barradão. A permanência de Borré reforça as opções de ataque para esse confronto e para as próximas rodadas.
O que você acha? Você acha que o Inter tomou a decisão correta ao manter Borré no elenco? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Marcos Antonio
