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João Kléber lembra perrengues: banho na pia e 30 km a pé

Resumo

João Kléber lembra os perrengues do início da carreira na década de 80, quando se mudava conforme o cachê e buscava ficar perto da TV Globo no Rio de Janeiro; hoje com 69 anos, ele recorda morar em quarto de empregada em Copacabana, tomar banho na pia e caminhar mais de 30 km para chegar à emissora, experiências que, segundo ele, fortaleceram sua trajetória.

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João Kléber lembra perrengues: banho na pia e 30 km a pé
Foto: Divulgação
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João Kléber — o apresentador que construiu longa trajetória na TV brasileira — relembrou os sacrifícios dos primeiros anos para chegar às produções na Grade do Rio. As cenas descritas por ele (pensão improvisada, banho na pia e longas caminhadas) são usadas aqui como um recorte que explica como dificuldades logísticas e financeiras modelaram a rotina de quem iniciava na televisão dos anos 80.

Da caminhada ao estúdio: o custo de estar perto da emissora

João Kléber contou que, na busca por oportunidades, costumava trocar de pensão conforme o cachê e preferia morar mais próximo à região do Jardim Botânico, onde ficavam os estúdios que frequentava.

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Na narrativa que fez em entrevista, ele descreveu deslocamentos diários exaustivos: mais de 30 quilômetros caminhando para chegar às gravações, uma rotina que ilustra as dificuldades de mobilidade urbana e de renda de profissionais iniciantes na época. Ao mencionar a relação com a emissora, vale notar a referência histórica à presença da televisão como polo de atração profissional — exemplos como o próprio estúdio no Jardim Botânico ajudavam a concentrar trabalhos e deslocamentos.

“Trocava de pensão de acordo com o cachê que ganhava. Sempre tentando ficar mais próximo da TV Globo, no Jardim Botânico. Não tinha a tecnologia que tem hoje, a facilidade que temos atualmente. Sou grato por passar por tudo isso, porque me deu força. Lembro muito de andar a pé, mais de 30 quilômetros, para chegar na emissora.”

Quarto de empregada e banho na pia: economia de quem começava

João Kléber relatou que chegou a morar em um quarto de empregada em Copacabana, sem banheiro privativo, e que tomava banho na pia, usando sabão de coco por ser mais barato que xampu e sabonete industrializado.

Ele lembrou que pagava o equivalente, nos dias atuais, a cerca de R$ 40 por semana pelo espaço, e que buscava alternativas como usar vestiários de clubes quando precisava de um banho melhor. Esses relatos revelam a informalidade das primeiras moradias para profissionais que migravam para centros urbanos em busca de oportunidades na televisão.

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Foto: Divulgação

Perguntas Frequentes

Como João Kléber descreveu os perrengues do começo da carreira na televisão?

João Kléber descreveu os perrengues como troca constante de pensão conforme o cachê e longas caminhadas para chegar aos estúdios; ele mencionou caminhar mais de 30 quilômetros e disse que a falta de tecnologia na década de 80 dificultava o acesso às oportunidades na TV Globo, fato que, segundo ele, fortaleceu sua trajetória.

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Onde João Kléber chegou a morar e quanto ele pagava pela pensão?

O apresentador João Kléber relatou que morou em um quarto de empregada em Copacabana e que pagava o equivalente a cerca de R$ 40 por semana; o quarto não tinha chuveiro e ele acabava tomando banho na pia, às vezes recorrendo a clubes como alternativa para se higienizar.

Em que funções João Kléber trabalhava quando começou na TV?

João Kléber atuou como redator de programas humorísticos e também foi jurado do “Cassino do Chacrinha” nos anos iniciais de carreira; essas atividades, realizadas na década de 80, fazem parte do percurso que o aproximou dos estúdios e dos profissionais que moldaram sua inserção na televisão.

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POR Samuel Vitor
Samuel Vitor

Social media e atualização de notícias | Samuel Vitor atua na atualização e distribuição de conteúdos do Diário da Mídia nas plataformas digitais. Trabalha com foco em redes sociais, monitoramento de tendências e publicação de notícias em tempo real.

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