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K-Pop no Rock in Rio: gênero deve virar presença constante

Resumo

O K-Pop teve uma noite histórica no Rock in Rio: em 11 de setembro o Palco Mundo recebeu uma programação inteira dedicada ao gênero, com NEXZ, HWASA e Stray Kids, e a Cidade do Rock lotada. O desempenho validou a aposta e a organização já sinalizou que o K-Pop deve voltar, enquanto buscas do público confirmaram o interesse.

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K-Pop no Rock in Rio: gênero deve virar presença constante
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K-Pop — a presença do gênero no Palco Mundo do Rock in Rio alterou a cartografia dos grandes festivais: em 11 de setembro, três atrações coreanas ocuparam a mesma noite e a Cidade do Rock respondeu com público cheio, o que tende a transformar a experiência de eventos de grande porte no país.

Noite inédita no Palco Mundo e validação de público

A programação escalonada colocou o grupo NEXZ como abertura, seguidos pela performance de HWASA, enquanto Stray Kids fechou a noite como headliner do Palco Mundo. Era a primeira vez em 41 anos do festival que uma noite foi inteiramente dedicada ao K-Pop.

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O público acompanhou as três apresentações do início ao fim, preenchendo a Cidade do Rock e dissipando dúvidas sobre a receptividade do público geral a uma escala tão grande. Os índices de busca mostraram forte interesse: o Stray Kids foi o artista mais buscado do festival na semana que antecedeu o evento.

A noite de 11 de setembro marcou a primeira edição dedicada ao K-Pop nos 41 anos do Rock in Rio, com lotação expressiva na Cidade do Rock.

Momentos de show, repertório e reflexos para a cena

O set do octeto combinou o repertório próprio com passagens de interação local: os integrantes tentaram passos de samba e cantaram trechos de “Ai Se Eu Te Pego”, de Michel Teló, gesto que aproximou o espetáculo do público brasileiro.

A produção seguiu o padrão das turnês internacionais, com troca de figurinos, pirotecnia, fogos e coreografias em bloco. O grupo subiu ao palco completo: Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N. apareceram juntos em momentos-chave do show.

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Além do desempenho em cena, o desdobramento foi rápido fora do palco: a organização abriu espaço para novas edições com o gênero e análises de mercado apontam que o K-Pop tende a deixar de ser evento isolado para integrar a programação regular dos grandes festivais brasileiros.

A agenda do gênero por aqui segue intensa: o BTS figura na programação nacional com apresentações no MorumBIS em outubro, somando três datas esgotadas, e o aespa passou pelo país recentemente, reforçando a sequência de shows em poucas semanas.

O que você acha? Você acha que o K-Pop deve virar presença fixa nos grandes festivais brasileiros? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

O que aconteceu na noite dedicada ao K-Pop no Rock in Rio em 11 de setembro?

O K-Pop no Rock in Rio reuniu três atrações no Palco Mundo em 11 de setembro: NEXZ abriu, HWASA foi a primeira solista sul-coreana no palco principal e Stray Kids encerrou como headliner; a Cidade do Rock ficou lotada, validando a aposta do festival e elevando as buscas pelo grupo no Google Trends.

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Quais foram os destaques da apresentação do Stray Kids e quem subiu ao palco?

Stray Kids, representante do K-Pop que fechou a noite, subiu completo ao Palco Mundo com Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N.; o show trouxe coreografias em bloco, pirotecnia e até trechos cantados em português, gerando grande repercussão entre o público presente.

O K-Pop vai voltar aos grandes festivais do Brasil depois dessa apresentação?

O K-Pop deve voltar: a organização do festival já abriu a porta para novas edições com o gênero, e a leitura de mercado sinaliza que o estilo pode integrar regularmente a programação de grandes festivais, apoiada por sinais de demanda como o pico de buscas pelo Stray Kids antes do evento.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Advogado e colunista esportivo | Marcos Antonio é formado em Direito e atua como colunista esportivo do Diário da Mídia. Apaixonado por futebol, escreve análises e conteúdos sobre esportes com uma visão crítica, técnica e interpretativa dos acontecimentos.

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