Kimpembe — O ex-zagueiro do PSG, agora no Qatar SC, afirmou que o convívio com Messi, Neymar e Mbappé exigiu equilíbrio constante e acabou condicionando o desempenho coletivo do clube.
- Flash resumo: Kimpembe reconhece que o peso das individualidades e do ego no vestiário foi um dos entraves para o projeto estrelado do PSG.
Bastidores expostos: como o vestiário virou desafio
Na entrevista à RMC Sport, Kimpembe foi direto ao descrever a rotina interna daquele elenco. Segundo ele, administrar personalidades tão fortes era uma tarefa diária para técnicos e dirigentes.
O francês destacou orgulho por ter dividido o time com referências mundiais, mas não escondeu que a convivência trouxe consequências para a dinâmica coletiva do clube.
“Agora vão dizer que não daria certo porque não conseguimos ganhar uma Liga dos Campeões com os três, mesmo sendo um time lendário. Em termos de ego, foi difícil. Temos que ser honestos conosco mesmos, e até eles reconhecem isso”.
Legado e frustrações: títulos domésticos vs sonho europeu
Kimpembe lembrou que Messi, Neymar e Mbappé atuaram juntos no PSG entre 2021 e 2023, período em que o clube dominou competições nacionais, mas não alcançou a tão sonhada Liga dos Campeões.
Essa combinação de resultados rendeu ao time conquistas locais e, ao mesmo tempo, críticas sobre por que o projeto estrelado não virou estrela também na Europa. As declarações do ex-zagueiro reacendem o debate sobre como gerir egos em elencos com jogadores de calibre mundial.
Revelado pelo PSG, Kimpembe deixou claro que guarda lembrança positiva da experiência, mesmo apontando os limites daquele formato. A leitura do jogador foi pragmática: talento não elimina desafios humanos e estruturais dentro de um clube.
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Marcos Antonio
