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Lance Bass: só ganhou dinheiro de verdade após o 'N Sync

Resumo

O cantor Lance Bass, ex-integrante do 'N Sync, relatou em entrevista ao podcast Zach Sang Show que praticamente não recebeu remuneração adequada enquanto fazia parte do grupo e que só começou a lucrar após o término da banda. Ele citou pagamentos de US$ 35 por dia e um primeiro cheque de US$ 10 mil apenas depois de anos de sucesso, e criticou o lucro da gravadora e de Lou Pearlman.

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Lance Bass: só ganhou dinheiro de verdade após o 'N Sync
Foto: Divulgação
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Lance Bass — ao abrir o balanço sobre sua carreira no podcast Zach Sang Show, o ex-integrante do 'N Sync expôs uma realidade contrária à imagem pública: apesar do sucesso comercial do grupo, ele diz que não obteve ganhos proporcionais enquanto estava na banda e só passou a ter retorno financeiro depois do fim do grupo.

Como Bass descreve os pagamentos e a discrepância

Segundo o relato apresentado na entrevista, os ganhos diretos dos integrantes eram extremamente baixos na prática, mesmo com turnês e vendas expressivas. Bass mencionou valores concretos para ilustrar a disparidade entre faturamento e remuneração.

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O músico citou pagamentos de US$ 35 por dia e contou que o primeiro cheque maior recebido por ele veio anos depois: um depósito de US$ 10 mil apenas após longos períodos de álbuns no topo e shows lotados.

“As pessoas acham que sou podre de rico por causa do ‘N Sync. Não, nem um pouco. Sabe, eu me dei bem depois do ‘N Sync e tenho muito orgulho de tudo que fiz depois daquilo, mas não ganhei praticamente dinheiro nenhum com o ‘N Sync. [Outros] Ganharam. Algumas pessoas ganharam. A gravadora ganhou uma fortuna e [o empresário] Lou Pearlman, claro, um dos maiores golpistas de todos os tempos, ganhou muito”
Lance Bass

Sucesso comercial x repercussão pessoal

O contraste fica ainda mais claro ao lembrar o tamanho do sucesso comercial do 'N Sync: o grupo estourou em 1996 com o single “I Want You Back”, teve dois álbuns no topo da parada norte-americana e vendeu mais de 70 milhões de cópias no mundo.

Um dado emblemático citado na entrevista é o desempenho de No Strings Attached, que registrou 2,4 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos na semana de lançamento em 2000 — um recorde que só foi superado 15 anos depois. Apesar disso, Bass afirma que os pagamentos aos integrantes não refletiam essas cifras.

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Na conversa, ele também falou sobre a experiência emocional e profissional de crescer na indústria: sentir-se desprotegido, ter de lidar com rotinas exaustivas e encarar o estigma associado a fazer parte de uma boyband, o que exigiu recomeços e trabalho adicional quando a fase acabou.

Foto: Divulgação

O que você acha? Você acha que essa discrepância entre faturamento e remuneração ainda é comum na indústria da música? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Por que Lance Bass afirma que quase não recebeu dinheiro enquanto esteve no 'N Sync?

Lance Bass afirma que praticamente não recebeu remuneração adequada durante o período no 'N Sync, mencionando pagamentos de apenas US$ 35 por dia e um primeiro cheque de US$ 10 mil só após anos de álbuns e turnês. Ele acrescentou que a gravadora e Lou Pearlman lucraram significativamente com o grupo.

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Quanto o 'N Sync vendeu e qual foi o recorde citado por Lance Bass?

O 'N Sync vendeu mais de 70 milhões de cópias mundialmente e teve dois álbuns no topo da parada norte-americana. O álbum No Strings Attached, citado na entrevista, vendeu 2,4 milhões de cópias nos Estados Unidos na primeira semana de lançamento em 2000, recorde que durou 15 anos.

Onde Lance Bass falou sobre esse assunto e ele guarda mágoas hoje?

Lance Bass falou sobre suas finanças no podcast Zach Sang Show e afirmou que não guarda mais mágoas; ele relatou ter sido subvalorizado, precisou recomeçar a carreira e sofreu com o estigma de integrar uma boyband. Na entrevista, Bass citou também pagamentos de US$ 35 por dia como exemplo da baixa remuneração.

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POR Mariana Costa
Mariana Costa

Editora de conteúdo e atualização de notícias | Mariana Costa atua na produção, apuração e atualização de conteúdos do Diário da Mídia. Especializada em entretenimento, televisão, streaming, celebridades e tendências digitais, acompanha os principais acontecimentos em tempo real para entregar notícias precisas, contextualizadas e relevantes aos leitores.

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