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Level-5 admite uso de IA em showcase de Yo‑Kai Watch

Resumo

A Level-5 confirmou o uso de inteligência artificial generativa em materiais exibidos no seu recente showcase, envolvendo franquias como Yo‑Kai Watch e Professor Layton, e o CEO Akihiro Hino pediu desculpas após reação negativa dos fãs. A empresa afirma que jogos continuam sendo produzidos por artistas humanos e que a IA será usada para acelerar processos, com meta de reduzir ciclos de desenvolvimento de cinco para cerca de dois anos.

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Level-5 admite uso de IA em showcase de Yo‑Kai Watch
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Level-5 — a desenvolvedora por trás de franquias como Yo‑Kai Watch, Professor Layton e Ni no Kuni admitiu que recorreu a ferramentas de inteligência artificial generativa durante um showcase digital recente, uma decisão que provocou críticas do público e levou o CEO Akihiro Hino a se desculpar publicamente.

Uso de IA no showcase e reação dos fãs

A apresentação mostrou materiais novos de diferentes séries e, logo após a transmissão, usuários nas redes sociais apontaram sinais de processamento por IA em trechos do conteúdo divulgado, gerando desconforto entre parte do público.

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Em resposta à repercussão negativa, Akihiro Hino confirmou que a companhia aplicou tecnologia de IA como parte de um experimento para intensificar o impacto visual do evento, mas reconheceu que o uso acabou extrapolando o que era esperado.

"Foi inteiramente pelo desejo de tornar a apresentação mais espetacular que incorporamos um processamento que também serviu como experimento utilizando a mais recente IA. Parece que algumas pessoas se sentiram desconfortáveis com isso, então peço sinceras desculpas."

Limites, promessa sobre criação humana e metas de produção

Hino buscou separar o uso experimental da IA no showcase do processo de criação dos próprios jogos, afirmando que elementos essenciais como cenários, designs de personagens e configurações básicas continuam sendo concebidos por mãos humanas.

Segundo a empresa, ferramentas de IA são empregadas para digitalizar e converter artes originais em modelos poligonais, com o objetivo de reduzir tarefas operacionais e liberar tempo criativo para os desenvolvedores.

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Como parte dessa estratégia, a Level-5 revelou que grandes projetos atualmente chegam a levar cerca de cinco anos de desenvolvimento e que a meta é reduzir esse ciclo para aproximadamente dois anos, o que exigirá mudanças significativas nos processos internos.

O que você acha? Você concorda que o uso de IA em materiais promocionais exige limites mais claros? Para acompanhar mais conteúdo sobre cultura pop e tecnologia, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Em quais partes do showcase a Level-5 admitiu ter usado inteligência artificial?

A Level-5 informou que a inteligência artificial generativa foi usada em materiais visuais exibidos durante o showcase, incluindo trechos relacionados a Yo‑Kai Watch e Professor Layton. A aplicação serviu como experimento para intensificar o impacto estético da apresentação, segundo a própria empresa, e gerou críticas sobre a mudança no estilo visual.

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O que Akihiro Hino disse sobre o uso de IA e a criação dos jogos?

Akihiro Hino declarou que, apesar do uso de IA na apresentação, as partes centrais das produções — como cenários e design de personagens — continuam sendo feitas por profissionais humanos. Hino também enfatizou que nenhum dado de saída gerado apenas por IA é incluído nas versões finais dos jogos lançados.

Qual é o objetivo da Level-5 ao adotar ferramentas de IA no processo?

A Level-5 pretende usar ferramentas de IA para reduzir o trabalho operacional e acelerar o desenvolvimento, com a meta de diminuir ciclos de produção de aproximadamente cinco anos para cerca de dois anos. A ideia é liberar tempo para que os criadores se concentrem em etapas consideradas mais importantes do processo criativo.

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POR Vinicius Balbino
Vinicius Balbino

Editor-chefe | Vinicius Balbino é editor-chefe do Diário da Mídia, responsável pela revisão, curadoria e publicação dos conteúdos jornalísticos. Atua na supervisão editorial do portal, garantindo qualidade, consistência e alinhamento com os padrões de publicação.

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