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LinkedIn pede poder para avisar clientes sobre intimações federais

Resumo

Recentemente, o LinkedIn, controlado pela Microsoft, recorreu a tribunais federais dos EUA para contestar intimações que vêm acompanhadas de ordens de segredo e para obter o direito de notificar usuários quando seus dados são requisitados. A empresa, por meio do chief legal officer Jon Palmer, pede limites à abrangência das demandas e supervisão independente, citando uma reforma aprovada pela Câmara em 31 de agosto.

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LinkedIn pede poder para avisar clientes sobre intimações federais
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LinkedIn — a plataforma profissional controlada pela Microsoft elevou o disputado tema da transparência: a empresa está buscando na Justiça o direito de informar clientes quando o governo obtém ordens para acessar seus dados, ao mesmo tempo em que pede limites e revisão adversarial para ordens de segredo que proíbem notificações.

Por que a disputa importa para usuários e empresas

A discussão não é apenas técnica: se provedores não puderem desafiar intimações excessivas ou forem silenciados por ordens de segredo sem revisão rigorosa, as salvaguardas legais podem enfraquecer justamente quando a proteção é mais necessária. Jon Palmer, chief legal officer da Microsoft, argumenta que isso põe em risco a confiança sobre como dados sensíveis são geridos.

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Do lado das autoridades, a justificativa para segredo é operacional: evitar que alvos de investigação destruam provas ou fujam. A contestação judicial busca que a exceção vire realmente exceção, com exigência de justificativas específicas e revisão que limite abrangência e duração dessas ordens.

“As pessoas e organizações confiam cada vez mais suas informações mais sensíveis a serviços online. Se provedores não puderem contestar demandas que sabem ser amplas — ou se os tribunais os puderem silenciar sem revisão adversarial rigorosa — as garantias previstas em lei serão enfraquecidas justamente quando mais são necessárias.”

Contexto legal e litígios em paralelo

O pedido de limitação das ordens secretas chega enquanto o LinkedIn enfrenta ações que questionam práticas de privacidade da própria plataforma. Um juiz federal citou que extensões de navegador baixadas voluntariamente expõem dados a websites e deu prazo de 14 dias para que uma queixa seja emendada, sob pena de arquivamento com prejuízo.

Além disso, Palmer destacou uma iniciativa legislativa: em 31 de agosto a Câmara aprovou uma proposta que reduziria o alcance do segredo em ações de vigilância e fortaleceria proteções de notificação. A expectativa da empresa é que o Senado avance para transformar essas reformas em lei e estabelecer limites mais claros.

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O que você acha? O que essa disputa significa para sua privacidade online? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

O que o LinkedIn está pedindo aos tribunais sobre intimações federais e ordens de segredo?

O LinkedIn solicita que os tribunais federais permitam que a plataforma notifique usuários quando o governo solicita seus dados e imponham limites à amplitude dessas intimações. Jon Palmer, chief legal officer da Microsoft, pede revisão adversarial e exigência de justificativas específicas para ordens de segredo, para preservar direitos constitucionais e a confiança dos clientes.

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Como a legislação aprovada pela Câmara em 31 de agosto afetaria ordens de segredo para dados de plataformas?

A legislação aprovada em 31 de agosto pela Câmara colocaria regras mais claras sobre ordens de segredo, exigindo limites, mecanismos de responsabilização e maior proteção de notificação quando o governo busca dados em provedores. Segundo a proposta, a intenção é tornar o segredo a exceção, não a regra, com procedimentos para revisão e expirabilidade dessas ordens.

Qual é o estado atual dos processos que envolvem o uso de dados pelo LinkedIn?

Há litígios em andamento que questionam práticas de privacidade do LinkedIn; um juiz federal permitiu a reabertura de uma queixa com possibilidade de emenda dentro de 14 dias, sob pena de arquivamento com prejuízo. Ao mesmo tempo, a empresa continua a contestar intimações federais que chegam acompanhadas de ordens de sigilo.

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POR Gloria Maria
Gloria Maria

Redação e entretenimento | Gloria Maria integra a equipe de redação com foco em entretenimento, cultura pop e atualidades. Produz conteúdos voltados ao público geral, com linguagem leve, acessível e informativa.

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