Lissa Martins — Em um depoimento marcado por franqueza, a atriz e cantora descreve o luto como um processo em ciclos que altera a rotina e a percepção do tempo, deixando claro que não existe um prazo para "seguir em frente". A condição afeta a vida pessoal e a maneira como ela encara cada novo dia desde a morte do marido.
Como Lissa descreve os ciclos do luto
Lissa Martins afirmou que, um ano após o acidente que tirou a vida do marido, JP Mantovani, ainda convive com a sensação de que ele pode voltar a qualquer momento — como se tivesse ido trabalhar ou viajado.
Ela explicou que os dias se sucedem entre momentos em que tudo parece normal e episódios em que a realidade da perda volta a se impor, levando-a a “rodar em círculos” até retomar o fôlego.
“O luto não é uma receita de bolo, é um dia de cada vez. Cheguei à conclusão de que a melhor coisa é partilhar, porque o luto não é linear. Eu me cobrei um pouco no início, não vou mentir. Achei que tinha um tempo, mas não, é muito individual.”
Rotina, cobrança e a escolha por dividir a dor
Lissa Martins disse que chegou a se cobrar por estabelecer um prazo para o sofrimento, mas percebeu que cada pessoa vive o luto de forma distinta e que não há um calendário para a recuperação.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Como ex-integrante do grupo Rouge, ela também reconhece o impacto dessa vivência no espaço público: dividir a experiência com amigos e seguidores tem sido uma ferramenta para suportar o dia a dia e encontrar alguma continuidade nas atividades profissionais e pessoais.
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Perguntas Frequentes
Como Lissa Martins descreveu o luto um ano após a morte de JP Mantovani?
Lissa Martins descreveu o luto como viver em ciclos: ela relatou alternância entre momentos em que parece que JP Mantovani foi trabalhar ou viajar e episódios em que a realidade da perda retorna com força. A declaração reforça que, para ela, o processo não é linear e varia de dia para dia.
O que Lissa Martins disse sobre prazos e autocrítica no luto?
Lissa Martins afirmou que se cobrou no início, acreditando que haveria um tempo definido para superar a dor. Ela afirmou que essa expectativa foi substituída pela compreensão de que “o luto não é uma receita de bolo”, ressaltando ser um processo individual sem prazo certo para terminar.
Que estratégia Lissa Martins apontou para enfrentar o dia a dia após a perda?
Lissa Martins apontou que partilhar o luto tem sido a melhor saída: ela explicou que dividir sentimentos com outras pessoas ajuda a lidar com a oscilação entre memória e realidade. Essa opção faz parte da rotina emocional que ela descreveu ao falar sobre o primeiro ano sem JP Mantovani.
Leticia Rodrigues