Lívia Andrade — A apresentadora avançou na Justiça ao obter uma ordem que pode acelerar a apuração de patrimônio no litígio com o ex-companheiro Marcos Araújo, determinando a entrega de registros contábeis e bancários essenciais ao processo.
Ordem judicial aponta 13 empresas e prazo de 15 dias
Em decisão proferida em 14 de setembro, o juiz Raphael Augusto Cunha estabeleceu que 13 empresas devem apresentar, em 15 dias, declarações de Imposto de Renda, balanços patrimoniais e extratos bancários relativos aos últimos cinco anos.
A medida visa garantir a produção antecipada de provas, evitando que documentos e rastros financeiros se percam com o tempo e comprometam a futura partilha de bens entre as partes.
O juiz determinou a apresentação de declarações de IR, balanços patrimoniais e extratos bancários dos últimos cinco anos por 13 empresas.
Contexto da ação e impactos na divisão de patrimônio
O processo, iniciado em março, busca reunir elementos probatórios antes da discussão formal sobre a partilha de bens da ex-casal. A ação foi transferida do foro do Tatuapé para o foro de Santo Amaro e recebeu prioridade de tramitação pela Justiça.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Na peça processual, Lívia alega que empresas possivelmente vinculadas ao empresário estariam registradas em nome de terceiros — parentes ou funcionários — o que, segundo a petição, dificultaria a identificação e o rateio dos ativos adquiridos durante a união estável de cinco anos.
Além disso, consta no processo a alegação de violência doméstica e a existência de medida protetiva, circunstância que motivou o pedido de urgência na produção de provas e na preservação de documentos.
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Perguntas Frequentes
O que a decisão judicial determina sobre as 13 empresas no caso de Lívia Andrade?
Lívia Andrade teve uma ordem para que 13 empresas apresentem declarações de Imposto de Renda, balanços patrimoniais e extratos bancários referentes aos últimos cinco anos. O prazo fixado pelo juiz Raphael Augusto Cunha foi de 15 dias, medida tomada com o objetivo de produzir e preservar provas para a futura partilha de bens.
Por que o processo de Lívia Andrade foi transferido para o foro de Santo Amaro e considerado prioritário?
Lívia Andrade viu o processo ser transferido do foro do Tatuapé para Santo Amaro como parte da movimentação processual; a Justiça também reconheceu prioridade na tramitação. A priorização decorre do pedido de produção antecipada de provas, motivado pela preocupação de que fatos e documentos relevantes possam se tornar difíceis de comprovar com o tempo.
Como a alegação de empresas em nome de terceiros impacta a partilha de bens de Lívia Andrade?
Em seu pedido, Lívia Andrade afirma que empresas supostamente vinculadas ao ex-companheiro estariam registradas em nome de terceiros, o que pode ocultar efetiva titularidade de ativos. Essa estrutura dificulta rastrear patrimônio e justifica a exigência de documentos (IR, balanços e extratos) para apurar bens adquiridos durante a união estável de cinco anos.
Leticia Rodrigues