Luana Piovani — a atriz abriu o coração nas redes sociais ao falar sobre a perda de uma amiga de longa data, apontando não só a dor imediata, mas também as estratégias que tem adotado para atravessar o luto com significado. O tom é de saudade ativa, com foco em lembranças e rituais pessoais.
Como Luana vem atravessando a dor
Luana relatou, em vídeo publicado na manhã de sexta-feira (2/10), que percebeu já na manhã anterior sinais de que a amiga estava se despedindo e que, diante disso, buscou outras maneiras de lidar além do choro.
A atriz disse que tem recorrido a leituras, sessões de terapia e análise para tentar compreender a finitude, transformando o processo de luto em um trabalho íntimo e consciente.
"Uma irmã. Nós nos conhecemos, nós éramos muito jovens. Eu tinha 15 anos, ela tinha 16. E desde ali a gente se escolheu mesmo para essa irmandade."
Memórias, músicas e o texto que a confortou
No relato, Luana descreveu que rever músicas e histórias compartilhadas virou um modo prático de homenagear a amiga: "eu estou escutando as músicas dela, eu estou cantando com ela", afirmou no vídeo.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Ela também leu o texto "A morte não é nada", atribuído a Santo Agostinho, e mencionou que a lembrança mais viva que guarda é a gargalhada franca da amiga — elementos que ajudam a manter o vínculo afetivo presente.
O que você acha? Você acha que a lembrança de rituais como músicas e leituras ajuda a processar o luto? Para acompanhar mais notícias de celebridades e desabafos como esse, acesse nossa editoria.
Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Por que Luana Piovani falou publicamente sobre a morte da amiga?
Luana Piovani falou publicamente sobre a morte da amiga em um vídeo postado nas redes sociais na manhã de sexta-feira (2/10), usando a plataforma para dividir o processo de luto. No relato, ela citou terapia, leituras e músicas como formas de homenagear a amizade que começou quando tinha 15 anos.
O que é o texto "A morte não é nada" que Luana leu?
O texto "A morte não é nada", atribuído a Santo Agostinho, foi lido por Luana Piovani durante o desabafo como forma de consolo. A atriz relatou ter conhecido a mensagem por meio de um amigo e usá-la como referência para aceitar a finitude enquanto revisita memórias e histórias da relação.
Quais memórias Luana destacou sobre a amiga?
Luana Piovani destacou que conheceu a amiga na adolescência — ela tinha 15 anos e a amiga 16 — e que as lembranças centrais são músicas compartilhadas, histórias e a gargalhada alta da companheira. Esses detalhes, segundo a atriz, são o que mantém o "filme" da vida delas vivo na memória.
Marcos Antonio