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Lula libera crédito de R$ 460 milhões para jogos eletrônicos

Resumo

O governo federal regulamentou o Marco Legal dos Jogos Eletrônicos (Lei 14.852) com um decreto assinado no Palácio do Planalto, válido a partir da publicação no Diário Oficial. A medida abre linhas de crédito do Fundo Setorial do Audiovisual, amplia uso da Lei Rouanet e do Audiovisual e cria a plataforma pública Game Brasil para catalogar jogos nacionais.

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Lula libera crédito de R$ 460 milhões para jogos eletrônicos
Foto: Divulgação
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Lula — o decreto que regulamenta o Marco Legal dos Jogos Eletrônicos foi assinado no Palácio do Planalto e passa a valer com a publicação no Diário Oficial, mudando a forma como estúdios brasileiros poderão buscar recursos e patrocínio para desenvolver jogos.

Crédito, leis e um catálogo público: o que muda

O texto assinado põe em prática dispositivos da Lei 14.852/2024 e detalha mecanismos de financiamento já existentes para cinema e audiovisual aplicáveis a jogos. Entre os pontos mais relevantes está a abertura de crédito do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), com previsão de R$ 460 milhões para 2026.

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Além do FSA, o decreto regulamenta o uso da Lei do Audiovisual e amplia o alcance da Lei Rouanet para projetos de jogos, enquanto cria o Game Brasil, um catálogo público de jogos nacionais que receberá orçamento do Ministério da Cultura.

“O investimento em jogos é considerado investimento em pesquisa, inovação e cultura.”

Mecanismos de apoio e quem vai pagar cada etapa

O financiamento não é, em sua maior parte, novo dinheiro do Tesouro: a maior fatia virá de empresas privadas via renúncia fiscal (patrocínio com abatimento no IR) e de fundos setoriais como o do audiovisual, que é abastecido pela Condecine e gerido pela Ancine.

O decreto também prevê chamadas públicas e editais: há R$ 200 milhões previstos pela Finep para startups de jogos, R$ 100 milhões previstos em 2027 pela Lei do Audiovisual e programa Talentos com R$ 100 milhões em 2027–2028 para formação e centros de capacitação. O objetivo declarado é facilitar o acesso de estúdios, inclusive reduzindo o piso de empréstimo do FSA para R$ 150 mil.

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O que você acha? Você acredita que essas mudanças vão facilitar o financiamento de estúdios independentes? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Foto: Divulgação

Perguntas Frequentes

O que o Marco Legal dos Jogos Eletrônicos regulamentado pelo decreto prevê na prática?

O Marco Legal dos Jogos Eletrônicos, formalizado pela Lei 14.852/2024, passa a contar com regras para acessar crédito e incentivos já usados no audiovisual. O decreto abre linha de crédito do FSA (R$ 460 milhões previsto para 2026), amplia o uso da Lei Rouanet e cria a plataforma pública Game Brasil para catalogar jogos nacionais.

De onde virá o dinheiro para financiar estúdios e projetos de jogos?

O financiamento previsto pelo decreto mistura fundos públicos e incentivos privados: o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) aporta R$ 460 milhões em 2026, há R$ 200 milhões previstos pela Finep para editais e recursos via renúncia fiscal pela Lei Rouanet e Lei do Audiovisual, pagos por empresas que patrocinam projetos aprovados.

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Como estúdios independentes podem acessar esses recursos após o decreto?

Estúdios brasileiros poderão requerer projetos aprovados pela Ancine para a Lei do Audiovisual, submeter propostas ao Rouanet Games para patrocínio e solicitar empréstimos do FSA; o decreto reduz o piso de empréstimo para R$ 150 mil e prevê juros menores, além de capacitação via programa Talentos e editais de Finep.

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POR Gloria Maria
Gloria Maria

Redação e entretenimento | Gloria Maria integra a equipe de redação com foco em entretenimento, cultura pop e atualidades. Produz conteúdos voltados ao público geral, com linguagem leve, acessível e informativa.

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