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Malévola Alves: amiga relata falta de água e comida na prisão

Resumo

Malévola Alves e Bruna Mercatelli foram detidas no Egito na terça-feira (20/10) após gravarem vídeos em espaços públicos; segundo relatos, elas passaram horas sem água e sem comida, foram submetidas a interrogatório e transportadas em um camburão por três a quatro horas. As brasileiras foram liberadas na quarta-feira (21/10) mediante fiança de cerca de R$ 10 mil e têm retorno ao Brasil previsto para a noite de quinta-feira (22/10).

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Malévola Alves: amiga relata falta de água e comida na prisão
Foto: Divulgação
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Malévola Alves — A influenciadora e a amiga que a acompanhava viveram horas de tensão após uma detenção em Alexandria, no Egito: houve interrogatório sobre identidade de gênero e questionamentos sobre trabalho e dinheiro, além de relatos de falta de alimento e água durante a madrugada em uma penitenciária.

Relato de humilhação e condições adversas

Bruna Mercatelli disse que a sequência começou durante uma visita a uma catacumba, onde gravou um vídeo dançando e foi instruída por um funcionário a apagar as imagens. Depois, o grupo foi cercado por policiais enquanto se preparava para deixar o passeio.

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Segundo o relato, as duas foram levadas a uma delegacia, tiveram os celulares recolhidos e, mais tarde, foram encaminhadas a uma penitenciária. No local, afirmam que passaram a madrugada sem receber comida nem água e que só ganharam frutas depois de chorarem e reclamar.

“Eu não consegui fazer xixi no banheiro, não deram comida para a gente, não deram água. Quando eu pedi para ir ao banheiro, o policial — um tirão — me levou lá dentro, perto das celas das presas, sabe? Me levou em um banheiro podre. Não aceitei ir.”

Procedimento legal, acusações e retorno ao Brasil

As brasileiras foram acusadas de atos obscenos em público, violação dos valores familiares e assédio a transeuntes, conforme as normas locais. Elas permaneceram retidas por várias horas e chegaram a ser fotografadas, assinaram termos e registraram digitais antes da liberação.

Foi informado que a liberação ocorreu na quarta-feira (21/10) mediante pagamento de fiança de cerca de R$ 10 mil. Em seguida, o grupo embarcou para retornar ao Brasil; o trajeto ao aeroporto foi feito em um camburão fechado, sem ventilação, que durou entre três e quatro horas, e ainda houve espera em uma sala especial antes do voo.

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Perguntas Frequentes

Como Malévola Alves e Bruna Mercatelli foram detidas no Egito durante o passeio em Alexandria?

Malévola Alves e Bruna Mercatelli foram detidas após gravarem vídeos em espaços públicos de Alexandria; o episódio começou em uma visita a uma catacumba, onde houve pedido para apagar imagens. Posteriormente, o grupo foi cercado por policiais e levado à delegacia, conforme os relatos sobre a sequência dos fatos no local.

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Quando Malévola Alves e as outras brasileiras foram liberadas e qual foi o valor da fiança?

Malévola Alves e as demais brasileiras foram liberadas na quarta-feira (21/10) após pagamento de fiança de cerca de R$ 10 mil. A saída antecedeu o retorno previsto ao Brasil na noite de quinta-feira (22/10), com desembarque estimado por volta das 22h30.

O que Bruna Mercatelli relatou sobre as condições da detenção e do transporte ao aeroporto?

Bruna Mercatelli relatou que, durante a detenção, não receberam comida nem água por parte do sistema prisional e que foram levadas ao aeroporto em um camburão fechado e sem ventilação por cerca de três a quatro horas. Ela também descreveu interrogatórios com perguntas sobre identidade de gênero, trabalho e dinheiro.

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POR Vinicius Balbino
Vinicius Balbino

Editor-chefe | Vinicius Balbino é editor-chefe do Diário da Mídia, responsável pela revisão, curadoria e publicação dos conteúdos jornalísticos. Atua na supervisão editorial do portal, garantindo qualidade, consistência e alinhamento com os padrões de publicação.

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