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Mangá: 50% dos adolescentes afirmam não ter lido em mais de um mês

Resumo

Um inquérito realizado em junho com mais de 1.000 estudantes de 123 escolas japonesas aponta queda no consumo de mangá entre crianças e jovens em todo o país. A pesquisa revela que 28% das crianças de 5 a 11 anos e 50% dos adolescentes entre 14 e 18 anos não leram mangá por mais de um mês; o governo discute medidas para estimular a leitura.

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Mangá: 50% dos adolescentes afirmam não ter lido em mais de um mês
Foto: Divulgação
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Mangá — O consumo de mangá entre crianças e jovens no Japão está em retração, aponta pesquisa aplicada em junho; o dado mais alarmante é que metade dos adolescentes entre 14 e 18 anos relatou passar mais de um mês sem ler mangá, sinalizando uma mudança de hábito com impacto direto na cultura pop e no mercado editorial.

Quem foi ouvido e o que os números mostram

Mais de mil estudantes de 123 escolas participaram do inquérito, realizado em junho, cobrindo idades entre 5 e 18 anos. Os resultados mostram que 28% das crianças de 5 a 11 anos não leram mangá em mais de um mês; essa taxa sobe para 40% entre os 11 e 14 anos e chega a 50% nos 14–18 anos.

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Além disso, a parcela de crianças com menos de 11 anos que passam meses sem ler qualquer livro alcançou 13,4% — o primeiro aumento além dos 10% em 25 anos — o que indica uma tendência ampliada além do segmento dos mangás.

Mais de 1.000 estudantes em 123 escolas participaram do inquérito; 28% das crianças (5–11 anos), 40% dos jovens (11–14 anos) e 50% dos adolescentes (14–18 anos) relataram não ler mangá por mais de um mês.

Consequências culturais e respostas institucionais

A perda de adesão ao mangá não é apenas uma perda de leitores: pode reduzir o contato precoce de jovens com narrativas gráficas que alimentam talentos, franquias e consumo cultural subsequente. Editores, autoras e escolas já enfrentam o desafio de reconectar públicos acostumados a telas.

O governo japonês tem debatido medidas para incentivar a leitura, incluindo a disponibilização de mangá em escolas gratuitamente, mas, segundo os dados, essas iniciativas ainda não revertendo a tendência perante o aumento do uso de dispositivos eletrônicos no tempo livre dos jovens.

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O que você acha? Você acha que essa mudança nos hábitos de leitura entre jovens pode alterar o futuro do mangá como produto cultural e econômico? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

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Perguntas Frequentes

O que a pesquisa revela sobre o consumo de mangá entre crianças e jovens no Japão?

O mangá perdeu relevância entre os jovens segundo o inquérito aplicado em junho: mais de 1.000 estudantes de 123 escolas foram ouvidos e os resultados mostram 28% das crianças de 5 a 11 anos sem leitura de mangá por mais de um mês, 40% entre 11 e 14 anos e 50% entre 14 e 18 anos.

Quantos estudantes participaram e quais faixas etárias foram mais afetadas pela queda no consumo de mangá?

A pesquisa contou com mais de mil estudantes distribuídos por 123 escolas, cobrindo idades de 5 a 18 anos. As faixas mais afetadas são os adolescentes de 14 a 18 anos, com 50% dizendo não ter lido mangá em mais de um mês, seguidos por 40% na faixa de 11 a 14 anos.

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Que medidas estão sendo discutidas para reverter a queda na leitura de mangá entre jovens?

O governo japonês enfrenta a questão de incentivar a leitura e avalia ações como a disponibilização de mangá nas escolas gratuitamente e programas de estímulo à leitura. Essas medidas aparecem no debate público enquanto especialistas apontam a competição pelo tempo livre com smartphones como desafio central.

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POR Gloria Maria
Gloria Maria

Redação e entretenimento | Gloria Maria integra a equipe de redação com foco em entretenimento, cultura pop e atualidades. Produz conteúdos voltados ao público geral, com linguagem leve, acessível e informativa.

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