Celebridades

Marisa Orth alerta para cerceamento do humor e limites

Marisa Orth — A atriz reaparece no debate sobre liberdade artística ao afirmar que o humor sofre restrições que precisam ser discutidas,...

Marisa Orth alerta para cerceamento do humor e limites

Marisa Orth — A atriz reaparece no debate sobre liberdade artística ao afirmar que o humor sofre restrições que precisam ser discutidas, posicionamento que ganhou destaque durante passagem por Brasília, onde atuou no espetáculo que celebra Belchior.

  • Flash resumo: Marisa Orth diz que "a gente não achou o limite" e aponta um "cerceamento muito grande ao humor", em entrevista ao Metrópoles.

Liberdade do humor em debate

Publicidade

Marisa Orth resgatou a discussão sobre até que ponto a liberdade de criação pode conviver com a proteção a grupos vulneráveis. A fala veio em contexto de promoção do show Belchior 80, em Brasília, e reacende um tema antigo entre atores e humoristas.

▶ Shorts em alta

Ver todos →

A atriz lembrou que sua carreira foi marcada por personagens de comédia — em especial Magda, de Sai de Baixo — e defendeu que a atuação pressupõe mover-se entre vozes e perspectivas. Para ela, limitar esse movimento pode transformar a profissão em algo diferente daquilo que considera sagrado.

“Eu entendo o movimento woke, das pessoas que estavam se sentindo machucadas. Piadas que reforçam racismo, reforçam homofobia, gordofobia. Mas eu acho que a gente não achou o limite. Tem um cerceamento muito grande ao humor”, diz ela, em papo exclusivo com o Metrópoles.

Belchior 80: repertório e temporada em Brasília

Marisa Orth integra a turnê Amar e Mudar as Coisas — Belchior 80, que celebra a presença do cantor por meio de suas canções, palavras e inquietude. A temporada brasiliense começou no dia 23 e vai até 28/6 no CAIXA Cultural Brasília.

O espetáculo traz hinos como "Sujeito de Sorte", "Medo de Avião", "Como Nossos Pais" e "Apenas um Rapaz Latino‑Americano". Além de Marisa, as intérpretes Taciana Barros e Buhr dividem o palco; a banda conta com Estevan Sinkovitz na guitarra e violão e Zéli Silva no baixo acústico.

As sessões anunciadas para a sequência na capital incluem 27/6, às 17h e às 20h, e 28/6, às 18h. Ingressos estão à venda a partir de R$ 15; a compra indicada no material original é pelo site bilheteriacultural.com.br/eventos/1, e a classificação é livre.

O que você acha? O que você acha dessa polêmica? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

O que Marisa Orth disse sobre os limites do humor e o movimento woke?

Marisa Orth afirmou que entende o movimento woke e as pessoas que se sentem machucadas, mas declarou que "a gente não achou o limite" e que percebe "um cerceamento muito grande ao humor". A declaração foi dada em entrevista exclusiva ao Metrópoles, em Brasília, durante a divulgação do Belchior 80.

Quais são as datas e horários do show "Amar e Mudar as Coisas — Belchior 80" em Brasília?

Marisa Orth participa do espetáculo Amar e Mudar as Coisas — Belchior 80, cuja temporada em Brasília começou no dia 23 e vai até 28/6. As sessões anunciadas incluem 27/6, às 17h e às 20h, e 28/6, às 18h, no teatro CAIXA Cultural Brasília.

Quem acompanha Marisa Orth no show Belchior 80 e quais músicos participam?

Marisa Orth divide o projeto com Taciana Barros e Buhr; a apresentação também conta com Estevan Sinkovitz na guitarra e violão e Zéli Silva no baixo acústico. O repertório inclui clássicos como "Sujeito de Sorte" e "Apenas um Rapaz Latino‑Americano", em temporada anunciada desde 23/6.

Quanto custam os ingressos e onde comprar para o Belchior 80 em Brasília?

Marisa Orth integra o elenco do Belchior 80; ingressos para a temporada em Brasília estão à venda a partir de R$ 15. A compra indicada no texto original é pelo site bilheteriacultural.com.br/eventos/1, e a sessão tem classificação indicativa livre conforme informações da programação.

Como Marisa Orth relaciona a personagem Magda à discussão sobre feminismo e atuação?

Marisa Orth afirmou que "tem gente que acha que a Magda é uma propaganda feminista" e defendeu que a profissão do ator é "sagrada" por permitir mudar de lugar de fala. A fala foi dada em Brasília e integra o argumento em favor de um humor mais livre, segundo o Metrópoles.

Ler a matéria →
Compartilhar:
POR Leticia Rodrigues
Leticia Rodrigues

Designer de conteúdo e redação visual | Leticia Rodrigues atua na produção e estruturação de conteúdos com foco em organização visual e clareza informativa. Trabalha na criação e adaptação de matérias para melhor leitura digital e experiência do usuário.

Talvez Você Goste