Medusa APUs — a inclusão direta de três novos IDs de iGPU na HIP‑RT v3.2.0 altera o quadro para desenvolvedores e para quem acompanha gráficos integrados: agora há alvos conhecidos para testes de ray tracing e otimizações, e isso acelera a preparação de drivers e ferramentas antes do lançamento comercial dos chips.
Suporte na HIP‑RT e os novos IDs
A atualização 3.2.0 do HIP‑RT traz mudanças amplas, correções e melhorias de performance, mas o destaque técnico é a adição das entradas de iGPU GFX1171, GFX1170 e GFX115E associadas às Medusa APUs. Com esses IDs reconhecidos pela biblioteca, motores e utilitários que dependem do HIP‑RT passam a identificar explicitamente esses alvos durante compilação e depuração.
O registro desses alvos confirma informações vazadas anteriormente sobre a família GFX117x e também sinaliza o papel do GFX115E como membro da linha RDNA 3.5. A existência de múltiplos IDs facilita a segmentação de recursos gráficos entre modelos de entrada e modelos mais avançados dentro da mesma geração.
A versão 3.2.0 do HIP‑RT introduz três IDs de iGPU para Medusa: GFX1171, GFX1170 e GFX115E.
O que os iGPUs e RDNA 4m significam para a linha Medusa
Os GFX117x são apontados como baseados na arquitetura RDNA 4m — descrita previamente como uma mescla entre elementos de RDNA 3.5 e RDNA 4.0 — enquanto o GFX115E é identificado como RDNA 3.5. Isso sugere que a família Medusa combinará diferentes blocos gráficos para cobrir desde designs mais econômicos até opções com maior densidade de execução gráfica.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Além disso, há indicações de que existirá uma hierarquia dentro de Medusa: versões Premium e Halo devem adotar variantes RDNA 5 em dies separados, enquanto versões monolíticas e mainstream podem manter RDNA 3.5 ou a variante RDNA 4m. Essa estratégia permite que a linha concilie eficiência, capacidades de ray tracing e posições de mercado distintas.
A movimentação também ocorre num contexto competitivo: rivais que anunciaram atualizações de iGPU baseadas em Xe3 tornam a aposta da Medusa em múltiplas arquiteturas uma resposta para equilibrar desempenho e custo em segmentos diferentes.
A presença desses IDs na HIP‑RT costuma ser um sinal de preparação de ecossistema: bibliotecas, ferramentas de desenvolvimento e testes de compatibilidade normalmente se atualizam para reconhecer novos alvos antes do lançamento comercial, o que favorece estabilidade e suporte imediato quando os APUs chegarem ao mercado.
Foto: Divulgação
O que você acha? O que você acha dessa evolução nos iGPUs e do mix entre RDNA 4m e RDNA 3.5 nas Medusa APUs? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Quais iGPUs as Medusa APUs ganharam suporte na HIP‑RT v3.2.0?
As Medusa APUs receberam suporte a três IDs de iGPU na HIP‑RT v3.2.0: GFX1171, GFX1170 e GFX115E. A listagem desses alvos na biblioteca de ray tracing permite que ferramentas e jogos que utilizam HIP‑RT reconheçam e validem recursos de ray tracing para esses chips durante o desenvolvimento.
O que os códigos GFX1171, GFX1170 e GFX115E dizem sobre a arquitetura das Medusa?
As Medusa APUs, representadas pelos IDs GFX1171 e GFX1170, indicam uso da arquitetura RDNA 4m — descrita como mistura de RDNA 3.5 e RDNA 4.0 — enquanto o GFX115E pertence à família RDNA 3.5. Isso aponta para uma linha com variantes diferenciadas, inclusive possibilidades de versões "Enhanced" ou de eficiência para o segmento de entrada.
Como a inclusão na HIP‑RT afeta desenvolvedores e o suporte a ray tracing nos Medusa?
A inclusão das Medusa APUs na HIP‑RT v3.2.0 facilita o trabalho de desenvolvedores ao disponibilizar três IDs reconhecidos (GFX1171, GFX1170 e GFX115E) para testes e otimização de pipeline. Isso acelera a validação de recursos como ray tracing e a integração em ferramentas de benchmarking antes da disponibilidade comercial dos APUs.
Vinicius Balbino