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Medusa APUs ganham três iGPUs (GFX1171/GFX1170/GFX115E) na HIP‑RT

Resumo

A biblioteca de ray tracing HIP‑RT recebeu a versão 3.2.0, que introduz suporte a três novos IDs de iGPU das Medusa APUs: GFX1171, GFX1170 e GFX115E. Os dados confirmam que parte da série GFX117x adota a arquitetura RDNA 4m, enquanto o GFX115E se alinha ao RDNA 3.5, indicando uma estratégia de mix arquitetural para diferentes níveis da família Medusa.

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Medusa APUs ganham três iGPUs (GFX1171/GFX1170/GFX115E) na HIP‑RT
Foto: Divulgação
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Medusa APUs — a inclusão direta de três novos IDs de iGPU na HIP‑RT v3.2.0 altera o quadro para desenvolvedores e para quem acompanha gráficos integrados: agora há alvos conhecidos para testes de ray tracing e otimizações, e isso acelera a preparação de drivers e ferramentas antes do lançamento comercial dos chips.

Suporte na HIP‑RT e os novos IDs

A atualização 3.2.0 do HIP‑RT traz mudanças amplas, correções e melhorias de performance, mas o destaque técnico é a adição das entradas de iGPU GFX1171, GFX1170 e GFX115E associadas às Medusa APUs. Com esses IDs reconhecidos pela biblioteca, motores e utilitários que dependem do HIP‑RT passam a identificar explicitamente esses alvos durante compilação e depuração.

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O registro desses alvos confirma informações vazadas anteriormente sobre a família GFX117x e também sinaliza o papel do GFX115E como membro da linha RDNA 3.5. A existência de múltiplos IDs facilita a segmentação de recursos gráficos entre modelos de entrada e modelos mais avançados dentro da mesma geração.

A versão 3.2.0 do HIP‑RT introduz três IDs de iGPU para Medusa: GFX1171, GFX1170 e GFX115E.

O que os iGPUs e RDNA 4m significam para a linha Medusa

Os GFX117x são apontados como baseados na arquitetura RDNA 4m — descrita previamente como uma mescla entre elementos de RDNA 3.5 e RDNA 4.0 — enquanto o GFX115E é identificado como RDNA 3.5. Isso sugere que a família Medusa combinará diferentes blocos gráficos para cobrir desde designs mais econômicos até opções com maior densidade de execução gráfica.

Além disso, há indicações de que existirá uma hierarquia dentro de Medusa: versões Premium e Halo devem adotar variantes RDNA 5 em dies separados, enquanto versões monolíticas e mainstream podem manter RDNA 3.5 ou a variante RDNA 4m. Essa estratégia permite que a linha concilie eficiência, capacidades de ray tracing e posições de mercado distintas.

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A movimentação também ocorre num contexto competitivo: rivais que anunciaram atualizações de iGPU baseadas em Xe3 tornam a aposta da Medusa em múltiplas arquiteturas uma resposta para equilibrar desempenho e custo em segmentos diferentes.

A presença desses IDs na HIP‑RT costuma ser um sinal de preparação de ecossistema: bibliotecas, ferramentas de desenvolvimento e testes de compatibilidade normalmente se atualizam para reconhecer novos alvos antes do lançamento comercial, o que favorece estabilidade e suporte imediato quando os APUs chegarem ao mercado.

Foto: Divulgação

O que você acha? O que você acha dessa evolução nos iGPUs e do mix entre RDNA 4m e RDNA 3.5 nas Medusa APUs? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

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Perguntas Frequentes

Quais iGPUs as Medusa APUs ganharam suporte na HIP‑RT v3.2.0?

As Medusa APUs receberam suporte a três IDs de iGPU na HIP‑RT v3.2.0: GFX1171, GFX1170 e GFX115E. A listagem desses alvos na biblioteca de ray tracing permite que ferramentas e jogos que utilizam HIP‑RT reconheçam e validem recursos de ray tracing para esses chips durante o desenvolvimento.

O que os códigos GFX1171, GFX1170 e GFX115E dizem sobre a arquitetura das Medusa?

As Medusa APUs, representadas pelos IDs GFX1171 e GFX1170, indicam uso da arquitetura RDNA 4m — descrita como mistura de RDNA 3.5 e RDNA 4.0 — enquanto o GFX115E pertence à família RDNA 3.5. Isso aponta para uma linha com variantes diferenciadas, inclusive possibilidades de versões "Enhanced" ou de eficiência para o segmento de entrada.

Como a inclusão na HIP‑RT afeta desenvolvedores e o suporte a ray tracing nos Medusa?

A inclusão das Medusa APUs na HIP‑RT v3.2.0 facilita o trabalho de desenvolvedores ao disponibilizar três IDs reconhecidos (GFX1171, GFX1170 e GFX115E) para testes e otimização de pipeline. Isso acelera a validação de recursos como ray tracing e a integração em ferramentas de benchmarking antes da disponibilidade comercial dos APUs.

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POR Vinicius Balbino
Vinicius Balbino

Editor-chefe | Vinicius Balbino é editor-chefe do Diário da Mídia, responsável pela revisão, curadoria e publicação dos conteúdos jornalísticos. Atua na supervisão editorial do portal, garantindo qualidade, consistência e alinhamento com os padrões de publicação.

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