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Nathan Fielder negociou 'kill switch' que permitia descartar o documentário

Resumo

Nathan Fielder negociou uma cláusula de “kill switch” com a produtora A24 antes de começar as filmagens de You Can See Everything, que abordou o caso de Elizabeth Holmes. Co-diretor Lance Oppenheim afirmou que a provisão permitia encerrar o projeto caso não houvesse material inédito, e que essa liberdade foi decisiva quando faltavam apenas 34 dias para o início da pena de Holmes.

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Nathan Fielder negociou 'kill switch' que permitia descartar o documentário
Foto: Divulgação
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Nathan Fielder — a negociação de uma cláusula contratual que permitia simplesmente descartar o projeto antes mesmo de sua conclusão mudou o ritmo e a abordagem do documentário You Can See Everything, centrado no caso de Elizabeth Holmes.

Por que a cláusula virou peça-chave

O co-diretor explicou que Fielder estava receoso de que “a história já tivesse sido contada”, diante de várias adaptações e coberturas anteriores sobre Elizabeth Holmes.

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Ao incluir uma provisão no acordo com a produtora, a equipe obteve permissão para interromper o filme caso nenhuma narrativa original emergisse — uma segurança financeira e criativa durante as primeiras semanas de filmagem.

“Eu disse a A24: ‘Se formos ver se há algo lá, vocês nos dariam dinheiro e basicamente nos deixariam sozinhos, com uma cláusula no contrato para podermos matar o projeto a qualquer momento? Se não encontrássemos nada, poderíamos simplesmente jogar tudo fora’.”

Impacto prático no set e no cronograma

A cláusula reduziu a pressão sobre decisões editoriais e de acesso, permitindo que cineastas operassem “puro por curiosidade”, segundo relatos da equipe.

Com apenas 34 dias até o início da pena de Elizabeth Holmes, a margem para encontrar um fio narrativo era curta; a possibilidade de abortar o projeto tornou viável investir tempo de campo sem compromisso de entrega.

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O que você acha? O que essa liberdade contratual muda na forma como documentários sobre escândalos são feitos? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Foto: Divulgação

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Perguntas Frequentes

Por que Nathan Fielder negociou um "kill switch" para You Can See Everything?

Nathan Fielder negociou o “kill switch” porque havia receio de que a narrativa sobre Elizabeth Holmes já estivesse saturada; a cláusula permitia encerrar o projeto se nenhuma perspectiva inédita surgisse, dando segurança financeira e criativa enquanto a equipe procurava um ângulo novo.

Como funcionava a provisão contratual que Nathan Fielder conseguiu com A24?

A provisão contratual negociada por Nathan Fielder com A24 era uma cláusula que autorizava a equipe a interromper o filme sem obrigação de entrega caso não fosse encontrado um material relevante; essa condição incluía termos financeiros no acordo que permitiam “matar” o projeto se não houvesse resultado.

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Qual era o prazo crítico antes da prisão de Elizabeth Holmes para You Can See Everything?

O documentário You Can See Everything enfrentou um prazo apertado: havia apenas 34 dias antes de Elizabeth Holmes começar sua pena, e essa janela limitada intensificou a necessidade de decidir rapidamente se o projeto continha material suficiente para seguir adiante.

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POR Mariana Costa
Mariana Costa

Editora de conteúdo e atualização de notícias | Mariana Costa atua na produção, apuração e atualização de conteúdos do Diário da Mídia. Especializada em entretenimento, televisão, streaming, celebridades e tendências digitais, acompanha os principais acontecimentos em tempo real para entregar notícias precisas, contextualizadas e relevantes aos leitores.

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