Neymar — o colar de R$ 2 milhões recebido do influenciador Buzeira virou ponto de partida para novas apurações da Polícia Civil de São Paulo, que encontraram ligações com uma possível rede de receptação de joias e ouro.
- Flash resumo: presente milionário a Neymar chamou atenção das investigações e acelerou a segunda fase da Operação Ouro Reverso.
Como o colar entrou na apuração
A investigação começou a avançar após identificação do colar de R$ 2 milhões entregue a Neymar, informação que levou autoridades a cruzar movimentações e peças relacionadas a vendas e receptação de ouro.
O caso não coloca Neymar como alvo: a referência ao jogador ocorre porque ele recebeu o item de presente, mas a apuração segue centrada nos elos da cadeia de receptação e comercialização.
Apesar de ter recebido o colar de Buzeira, Neymar não é investigado no caso; a menção a ele consta apenas porque o item foi repassado ao jogador.
O que se sabe da Operação Ouro Reverso
A Operação Ouro Reverso teve início em 2025, com a prisão de Rony Gonçalves, apontado como um dos principais negociadores de objetos de ouro roubados. A segunda fase foi deflagrada em 24/8 para reunir provas e identificar outros integrantes.
As apurações apontam para uma estrutura que envolvia desde roubos e furtos até o processamento, comercialização e receptação do metal, com suposta liderança atribuída a Suedna Barbosa Carneiro, conhecida como “Mainha do Ouro”.
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Perguntas Frequentes
Por que o nome de Neymar apareceu nas investigações da Operação Ouro Reverso?
Neymar aparece nas investigações porque recebeu um colar avaliado em R$ 2 milhões, presente dado por Buzeira que acabou sendo identificado nas apurações. A menção ao jogador é documental: ele não é investigado, apenas citado por ter recebido o item que atraiu a atenção policial.
Quem são os principais investigados na Operação Ouro Reverso?
A Operação Ouro Reverso tem como nomes centrais Rony Gonçalves, preso em 2025 e apontado como grande negociador de joias, e Suedna Barbosa Carneiro, conhecida como “Mainha do Ouro”, que aparece como possível comandante da estrutura de receptação e comercialização de ouro roubado.
Quando a nova fase da operação foi deflagrada e qual o objetivo?
A segunda fase da Operação Ouro Reverso foi deflagrada em 24/8 com o objetivo de reunir provas adicionais e identificar outros integrantes da estrutura criminosa, ampliando o foco além das prisões iniciais e das rotas de comercialização de peças de ouro e joias.
Como a Polícia Civil de São Paulo conectou o colar ao esquema de receptação?
A Polícia Civil de São Paulo identificou o colar de R$ 2 milhões como peça presente no circuito de negociação que vinha sendo monitorado, o que permitiu cruzar registros de circulação de joias, transações e relacionamentos entre suspeitos para avançar nas diligências.
O que acontece com os bens apreendidos na Operação Ouro Reverso?
Os bens apreendidos na Operação Ouro Reverso passam por perícia e inventário dentro do inquérito, para que seja possível rastrear origem e eventual devolução às vítimas; o processo faz parte das medidas adotadas desde 2025 nas fases da operação.
Thiago Nogueira
