Nissan — a marca começou a ajustar o design de interiores e carrocerias para priorizar superfícies menos sujeitas a marcas e riscos, mudando uma estética que dominou a indústria por anos. A estratégia visa melhorar o envelhecimento aparente dos veículos e alinhar a aparência com preferências estéticas mais contidas, sem eliminar totalmente opções mais chamativas em versões específicas.
Interiores: adeus ao piano black em áreas de uso constante
A Nissan está reduzindo o uso de plástico preto brilhante ao redor de botões, seletores e telas, porque esses pontos acumulam marcas de dedos, poeira e riscos com facilidade. A substituição por materiais menos brilhantes e com textura promete manter a aparência por mais tempo, minimizando necessidade de manutenção estética frequente.
Modelos recentes já ilustram a mudança: o Leaf mais novo evita o piano black na cabine e adota detalhes metálicos externos com acabamento acetinado escuro, priorizando um visual menos delicado e mais duradouro.
Consumidores relatam que piano black destaca marcas de dedos, poeira e riscos nas áreas mais tocadas da cabine.
Cromados e estética externa: rumo a um visual mais discreto
A redução de cromados segue lógica estética: a Nissan quer uma aparência mais sofisticada e contida, deslocando-se do excesso de elementos reluzentes. O Rogue Hybrid surge como exemplo dessa filosofia, com carroceria praticamente sem cromados e superfícies internas foscas próximas aos comandos principais.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Isso não será uniforme nem imediato. Produtos atualmente em linha, como Pathfinder e Armada, ainda mantêm quantidades consideráveis de piano black e elementos cromados, e versões superiores poderão continuar a oferecer acabamentos mais chamativos quando essa estética for parte da expectativa do segmento.
Outras fabricantes também estão revendo esses detalhes: a Jeep lançou o Wagoneer S sem cromados em nome de preocupações ambientais no processo de revestimento, enquanto a BMW investe em elementos alternativos como logotipos, grades e detalhes iluminados para criar destaque sem recorrer ao brilho do cromado.
O que você acha? Você concorda com a opção da Nissan por superfícies mais discretas e resistentes? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.
Perguntas Frequentes
Por que a Nissan decidiu reduzir o uso de piano black nos interiores?
A Nissan optou por reduzir o piano black após relatos de consumidores sobre marcas de dedos, poeira e riscos em áreas de uso constante. Ponz Pandikuthira, diretor de planejamento de produtos da Nissan North America, indicou que a mudança visa preservar a aparência ao longo dos anos, substituindo superfícies por texturas menos brilhantes.
Quais modelos da Nissan já seguem o novo direcionamento estético?
O Nissan Rogue Hybrid é citado como um dos primeiros a adotar a filosofia com pouca presença de cromados, e o Leaf mais recente evita piano black na cabine, empregando detalhes externos em acabamento acetinado escuro. Modelos como Pathfinder e Armada ainda mantêm estilos anteriores enquanto a transição acontece.
A redução de cromados na Nissan reflete uma tendência do setor automotivo?
A mudança da Nissan integra uma tendência maior: outras marcas também reduzem cromados ou buscam alternativas estéticas. A Jeep exibiu o Wagoneer S sem cromados, citando impacto ambiental do processo, e fabricantes como a BMW exploram soluções com iluminação e grafismos para destacar seus veículos.
Rafael Menezes