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PlayStation 5 ignora boicote e mantém números de engajamento

Resumo

O PlayStation 5 não sofreu queda na atividade durante a ação PSBlackout realizada entre 23 e 30 de agosto, segundo análise divulgada por Mat Piscatella, diretor sênior da empresa de dados Circana, na segunda-feira (14). O protesto, convocado pela iniciativa DoesItPlay em resposta ao anúncio do fim da mídia física a partir de 2028, buscava reduzir uso e receita, mas não mostrou impacto nos indicadores monitorados.

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PlayStation 5 ignora boicote e mantém números de engajamento
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PlayStation 5 — Um boicote chamado PSBlackout, que incentivou jogadores a desligarem seus consoles entre 23 e 30 de agosto, não provocou recuo mensurável na base ativa nem no engajamento do console, segundo levantamento técnico apresentado em 14 de setembro. O resultado desafia a expectativa dos organizadores e levanta dúvidas sobre o alcance de mobilizações online como ferramenta de pressão econômica.

Movimento aderiu, mas números não caíram

Os dados analisados por especialistas de monitoramento apontam que, durante o período de 23 a 30 de agosto, não houve "nenhuma mudança significativa no número de jogadores ou no engajamento" nos consoles dentro do escopo da medição.

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A iniciativa PSBlackout foi promovida pela comunidade DoesItPlay como reação ao anúncio de que a PlayStation encerrará a produção de mídia física a partir de 2028, um movimento que gerou fortes reações entre colecionadores e consumidores.

"Não houve nenhuma mudança significativa no número de jogadores ou no engajamento em nosso monitoramento."

Repercussões e alternativas em destaque

Apesar do resultado da greve, os organizadores defenderam que a ação tinha objetivos mais amplos e não se limitava a um impacto imediato: a mobilização visava também chamar atenção para a discussão sobre preservação e propriedade dos jogos.

Enquanto a PlayStation toma medidas para descontinuar discos físicos, outras plataformas, como a GOG, ganham espaço por práticas voltadas à preservação digital — a GOG é conhecida pelo modelo DRM-free e por iniciativas que permitem aos jogadores preservar cópias legítimas dos títulos.

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PlayStation segue com a estratégia anunciada, que inclui encerrar o suporte a mídias físicas a partir de 2028; para colecionadores e versões físicas de jogos, isso representa uma mudança estrutural no mercado.

O que você acha? Você acredita que ações como o PSBlackout podem pressionar fabricantes no longo prazo? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

O que o PlayStation 5 registrou durante a greve PSBlackout de 23 a 30 de agosto?

O PlayStation 5 não registrou queda relevante no período de 23 a 30 de agosto, conforme análise citada por Mat Piscatella, diretor sênior da empresa de dados Circana; o monitoramento não apontou mudanças significativas na contagem de jogadores nem no engajamento durante a semana de boicote.

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Quem organizou o PSBlackout e qual foi o motivo do protesto?

O PSBlackout foi organizado pela iniciativa DoesItPlay como resposta ao anúncio do fim da mídia física do PlayStation, programado para iniciar em 2028; segundo registros, fãs planejaram a ação ainda em julho com objetivo de reduzir uso e receita para chamar atenção à questão.

Que alternativas de preservação surgiram enquanto a PlayStation encerra a mídia física?

A própria GOG aparece como alternativa de preservação, já que a plataforma aposta no modelo DRM-free e em iniciativas como a disponibilização de modelos 3D para impressão de caixas; essas ações visam dar aos jogadores opções para manter versões físicas e colecionáveis fora do ecossistema de discos.

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POR Leticia Rodrigues
Leticia Rodrigues

Designer de conteúdo e redação visual | Leticia Rodrigues atua na produção e estruturação de conteúdos com foco em organização visual e clareza informativa. Trabalha na criação e adaptação de matérias para melhor leitura digital e experiência do usuário.

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