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Regra da Fifa aumenta acréscimos e prolonga partidas nos acréscimos

Fifa — As diretrizes que obrigam o árbitro a repor todo o tempo perdido têm transformado acréscimos em acréscimos adicionais, gerando finais...

Regra da Fifa aumenta acréscimos e prolonga partidas nos acréscimos

Fifa — As diretrizes que obrigam o árbitro a repor todo o tempo perdido têm transformado acréscimos em acréscimos adicionais, gerando finais prolongados como o "90 + 18" registrado em Portugal 2 x 1 Croácia; reportagem registrada às 05h30 (Brasília UTC-3) e com transmissão pelo SBT destaca o efeito prático.

  • Flash resumo: A regra da IFAB permite ampliar o tempo extra por substituições, VAR e outros eventos, e isso já provocou partidas que só terminaram muito depois do acréscimo anunciado.

Por que os jogos têm durado mais do que o anunciado?

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As regras publicadas pela IFAB determinam que o árbitro compense todo o tempo perdido no jogo, incluindo decisões de VAR, atendimentos médicos e substituições.

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Na prática, isso significa que um acréscimo anunciado pode ser expandido novamente se novos eventos ocorrerem durante esse acréscimo — o que explica casos recentes na Copa.

"O quarto árbitro indica o tempo mínimo de acréscimo determinado pelo árbitro principal ao final do último minuto de cada tempo. O tempo de acréscimo pode sempre ser aumentado pelo árbitro principal, mas não reduzido" IFAB, artigo 7.3 do livro de regras do futebol

Exemplos que ilustram o efeito na Copa

Um caso emblemático foi Portugal 2 x 1 Croácia: o árbitro norueguês Espen Eskas sinalizou 10 minutos de acréscimo, o segundo tempo se estendeu até os 63 minutos e o apito final veio somente aos "90 + 18".

Outros recortes: Canadá 1 x 0 África do Sul (Eustáquio e árbitro João Pedro Pinheiro), Holanda 2 x 2 Marrocos (Diop e Wilton Pereira Sampaio) e a prorrogação de Senegal 2 x 3 Bélgica que só terminou aos 131 minutos por um penal e intervenções do VAR.

No contexto histórico, a média de acréscimos vinha subindo desde 2018; partidas de 2022 e 2018 aparecem como pontos de comparação para entender a mudança de comportamento da arbitragem.

O que você acha? Você acredita que as novas orientações tornaram as partidas mais justas ou apenas mais longas? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

O que a Fifa diz sobre o aumento de acréscimos nos jogos da Copa?

Fifa determina que o árbitro deve compensar todo o tempo perdido por substituições, lesões, VAR e outras interrupções; isso consta no artigo 7.3 da IFAB. Na prática, o tempo adicional anunciado pode ser aumentado durante os acréscimos, o que explica finais estendidos como o "90 + 18".

Como a Fifa justificou o caso de Portugal 2 x 1 Croácia com "90 + 18"?

Fifa observa que o árbitro principal pode ampliar acréscimos diante de eventos ocorridos durante o tempo extra; em Portugal 2 x 1 Croácia, o árbitro Espen Eskas sinalizou 10 minutos e a segunda etapa só terminou aos 63 minutos, exemplificando a aplicação da regra.

Quais partidas da Copa tiveram acréscimos adicionais por VAR ou pênaltis?

Fifa registra exemplos recentes: Canadá 1 x 0 África do Sul (Eustáquio e acréscimo aumentado por João Pedro Pinheiro), Holanda 2 x 2 Marrocos (Diop e acréscimo aumentado por Wilton Pereira Sampaio) e Senegal 2 x 3 Bélgica, cuja prorrogação chegou a 131 minutos após penal e intervenções do VAR.

A regra da Fifa sobre acréscimos é nova em comparação a edições anteriores?

Fifa e IFAB vêm reforçando desde 2018 a necessidade de reposição total do tempo perdido; em 2018 o maior acréscimo em mata-mata foi de 6 minutos (Brasil 2 x 0 México), enquanto em 2022 houve jogos com 10 minutos sem a mesma prática de ampliar o acréscimo durante o tempo extra.

Onde posso ver a reportagem e qual era o horário de publicação e transmissão?

Fifa teve a regra coberta em reportagem registrada às 05h30 (Brasília UTC-3) e a cobertura televisiva na Copa foi feita pelo SBT; a referência ao horário e ao canal aparece na apuração que detalha como os acréscimos vêm sendo aplicados nos jogos.

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POR Vinicius Balbino
Vinicius Balbino

Editor-chefe | Vinicius Balbino é editor-chefe do Diário da Mídia, responsável pela revisão, curadoria e publicação dos conteúdos jornalísticos. Atua na supervisão editorial do portal, garantindo qualidade, consistência e alinhamento com os padrões de publicação.

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