Renault — o grupo francês garantiu um crédito de R$ 181,8 milhões do BNDES destinado ao desenvolvimento de uma tecnologia híbrida adaptada ao mercado brasileiro, um movimento que pode reduzir custos de produção e acelerar a oferta de veículos mais eficientes localmente.
O investimento e o impacto na fábrica do Paraná
O aporte do BNDES será aplicado na unidade industrial da Renault em São José dos Pinhais, no Paraná, como parte de um plano para ampliar e modernizar a linha de produção local.
Essa iniciativa integra um pacote total de investimentos de R$ 5,8 bilhões da montadora, com foco em eficiência de consumo e aumento do valor agregado tecnológico dos modelos produzidos no país.
O projeto prevê uma arquitetura específica para motorização flex, com possibilidade de uso do motor HR13 associado a um sistema MHEV de 48V e caixa de dupla embreagem de seis marchas.
Modelos previstos e estratégia técnica
O Boreal é o nome mais cotado para estrear a tecnologia híbrida flex no mercado brasileiro, com lançamento programado para 2027. Além dele, o Kardian e a picape Niagara também estão entre os modelos que podem receber o sistema.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →A próxima geração do Duster, prevista para chegar importada da Colômbia, também pode ser contemplada. A Renault deve apostar em uma solução mais simples — o que reduziria o investimento frente a sistemas HEV mais complexos, como as unidades 1.2 TCe Full Hybrid e 1.8 Full Hybrid usadas na Europa.
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Perguntas Frequentes
Quanto a Renault recebeu do BNDES e qual o objetivo desse financiamento?
A Renault recebeu R$ 181,8 milhões do BNDES destinados ao desenvolvimento de uma tecnologia de propulsão híbrida flex. O recurso será aplicado na fábrica de São José dos Pinhais e integra um investimento maior de R$ 5,8 bilhões voltado à modernização da produção e à eficiência de consumo dos modelos locais.
Quais modelos da Renault no Brasil podem vir com a tecnologia híbrida flex e quando ela estreia?
O Boreal é apontado como principal candidato para estrear a tecnologia híbrida flex, com lançamento programado para 2027. Também estão na mira do projeto o Kardian e a picape Niagara, além da próxima geração do Duster, que tem previsão de chegada importada da Colômbia.
Qual a base técnica estudada pela Renault para o sistema HEV Flex?
A Renault avalia adotar o motor HR13 combinado a um sistema MHEV de 48V e a uma caixa automatizada de dupla embreagem com seis marchas. Essa arquitetura foi desenhada para acomodar o motor flex e tende a ser menos complexa e mais barata que os sistemas 1.2 TCe Full Hybrid e 1.8 Full Hybrid empregados na Europa.
Vinicius Balbino