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Retaliação: família Lamacchia veta avião da Placar ao Vasco

Vasco — A decisão de a família Lamacchia bloquear o uso da aeronave da Placar para o time muda o cenário operacional e financeiro da SAF vascaína,...

Retaliação: família Lamacchia veta avião da Placar ao Vasco

Vasco — A decisão de a família Lamacchia bloquear o uso da aeronave da Placar para o time muda o cenário operacional e financeiro da SAF vascaína, gerando uma retaliação direta após o afastamento de Pedrinho e forçando a intervenção a tomar medidas imediatas.

  • Flash resumo: A Placar não fretará o avião para o Vasco, afetando viagens previstas em 16 de junho e 22 de julho e pressionando as finanças da SAF.

Restrição aérea e efeitos imediatos

A negativa da Placar em fretar a aeronave ao Vasco obriga a SAF a rever passagens e logística para jogos fora. Diretores terão de optar por voos comerciais ou contratar novo serviço de fretamento.

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O veto atinge viagens já planejadas: havia intenção de usar o avião da Placar no dia 16 de junho contra o Vitória, no Barradão, e em 22 de julho contra o Independiente Medellín, no Estádio Atanasio Girardot.

A principal missão do presidente Pedrinho nos últimos meses era realizar a venda de 90% das ações da SAF do Vasco da Gama para a família Lamacchia.

Negociação da SAF e papel da interventora

Apesar do conflito tático, a família Lamacchia mantém o interesse na aquisição: José Lamacchia disse na quinta-feira, 25, que o interesse segue intacto, com Marcos Lamacchia à frente das negociações, e o valor estimado apontado é de R$ 2 bilhões pela venda de 90% das ações.

Contudo, qualquer avançada será conduzida por Samantha Longo, interventora nomeada pela juíza Caroline Fonseca, da 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, que assumirá o comando financeiro e operacional da SAF enquanto durar a intervenção.

Além do impacto imediato nas viagens, a medida representa uma pressão política e econômica: a Placar — empresa ligada a Leila Pereira e José Lamacchia — deixaria de oferecer os valores reduzidos que facilitavam deslocamentos e aliviavam custos da pasta de futebol.

O que você acha? Você acredita que o time vai conseguir manter o calendário sem perder competitividade por causa dessa limitação aérea? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Por que o Vasco da Gama teve o frete aéreo negado pela Placar após o afastamento de Pedrinho?

Vasco da Gama teve o frete aéreo negado pela Placar como reação à crise interna envolvendo o afastamento de Pedrinho; a decisão afeta voos previstos em 16 de junho e 22 de julho, e foi interpretada como retaliação de grupos ligados à família Lamacchia, que mantém interesse na compra da SAF por R$ 2 bilhões.

O que José Lamacchia afirmou sobre a compra da SAF do Vasco?

José Lamacchia afirmou na quinta-feira, 25, que o interesse na compra da SAF do Vasco segue intacto; o entendimento público é que a negociação pode ser sacramentada em R$ 2 bilhões pela venda de 90% das ações, com Marcos Lamacchia liderando as tratativas do lado da família.

Qual será o papel de Samantha Longo na gestão da SAF do Vasco?

Samantha Longo será a interventora responsável pelo comando da SAF do Vasco, nomeada pela juíza Caroline Fonseca da 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro; ela cuidará de toda a parte financeira e das operações do futebol enquanto durar a intervenção.

Que alternativas logísticas o Vasco da Gama terá após a negativa da Placar?

Vasco da Gama terá que decidir entre utilizar voos de carreira ou contratar outra empresa de fretamento para substituir a Placar; a perda do acesso a valores reduzidos, praticados anteriormente, aumenta diretamente os custos da folha e da logística das viagens.

Como estavam programadas as viagens do Vasco envolvendo o avião da Placar?

Vasco da Gama já planejava utilizar o avião da Placar no dia 16 de junho contra o Vitória, no Barradão, e no dia 22 de julho contra o Independiente Medellín, no Estádio Atanasio Girardot; esses jogos eram parte da programação pós-pausa para a Copa do Mundo.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Advogado e colunista esportivo | Marcos Antonio é formado em Direito e atua como colunista esportivo do Diário da Mídia. Apaixonado por futebol, escreve análises e conteúdos sobre esportes com uma visão crítica, técnica e interpretativa dos acontecimentos.

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