Rio Grande do Sul — A sequência de instabilidades que avança sobre o estado entre quinta (8) e sexta (9) traz risco ampliado de alagamentos e cheias: modelos indicam chuva forte em curto período, com pontos atingindo cerca de 100 mm, além de granizo e rajadas intensas de vento.
Onde e como a chuva será mais severa
A atuação de áreas de baixa pressão, o avanço de uma frente fria e um cavado em médios níveis devem concentrar instabilidades já na madrugada de quinta. Metade oeste, Missões, Noroeste, Norte, região central e partes da Campanha ficam em alerta.
Os volumes previstos variam entre 10 e 80 mm de forma geral na quinta, podendo alcançar pontuais próximos de 100 mm no oeste e nas Missões; na sexta os acumulados mudam de foco, com áreas do sul e da Campanha com risco de somas também próximas de 100 mm.
Acumulados pontuais perto de 100 mm, possibilidade de granizo e rajadas que podem variar entre 71 e 90 km/h, com chance de superfazer 90 km/h em pontos isolados.
Impacto hidrológico e atenção aos rios
A preocupação principal é a combinação entre chuva intensa em curto intervalo, solos já bastante úmidos e rios que ainda não voltaram à normalidade. Essa conjugação eleva a probabilidade de alagamentos urbanos e enxurradas.
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Tabela do Brasileirão 2026: classificação atualizadaVer classificação, artilharia e próximos jogos →Várias bacias seguem vulneráveis: o rio Ibicuí (Manoel Viana) e o Uruguai (São Borja) permanecem acima da cota de inundação; o Jacuí (Cachoeira do Sul) também está acima da cota e com tendência de queda, enquanto o Uruguai mostra lenta elevação a partir de Itaqui. Novos volumes podem retardar ou reverter a normalização desses níveis.
O que você acha? Você acredita que as medidas locais de prevenção são suficientes diante desta sequência de chuva? Para acompanhar mais atualizações, acesse nossa editoria.
Foto: Divulgação
Perguntas Frequentes
Quais regiões do Rio Grande do Sul terão maior risco de temporais entre quinta (8) e sexta (9)?
O Rio Grande do Sul terá maior risco de temporais na metade oeste, Missões, Noroeste e Norte na quinta (8), com acumulados localmente próximos de 100 mm; na sexta (9) o foco desloca-se para o noroeste, oeste, região central, sudeste e principalmente a Campanha, onde também há pontos que podem se aproximar de 100 mm.
Como a condição dos rios influencia o risco hidrológico no Rio Grande do Sul?
A situação dos rios agrava o risco no Rio Grande do Sul porque bacias como o Ibicuí (Manoel Viana) e o Uruguai (São Borja) seguem acima da cota de inundação; novos volumes podem atrasar a queda dos níveis ou provocar novas elevações, aumentando a chance de cheias e alagamentos.
Quais ventos e fenômenos severos são esperados no Rio Grande do Sul durante a sequência de chuva?
No Rio Grande do Sul a previsibilidade aponta para possibilidade de granizo e rajadas fortes, com ventos durante temporais variando entre 71 e 90 km/h e potencial para superar 90 km/h em pontos isolados, além de episódios de chuva intensa em curto período que favorecem enxurradas.
Samuel Vitor