Samara Martins e Thiago Stabile — a inclusão dos dois no inquérito da Polícia Civil de São Paulo alterou a narrativa em torno da origem do capital usado na empresa que antecedeu a Wepink, colocando sócios ligados à influenciadora Virginia Fonseca sob apuração por suspeita de lavagem de dinheiro.
- Flash resumo: A investigação cita R$ 800 mil como aporte inicial da Pink Lash; declaração de Karen de Moura Tanaka Mori motivou a inclusão dos sócios no inquérito.
O que levou à investigação
A investigação partiu de informações publicadas na revista piauí sobre o capital que originou a Pink Lash, empresa antecessora da Wepink. Segundo a apuração, os relatos apontaram para recursos que demandam verificação da origem por parte da Polícia Civil de São Paulo.
Os sócios foram incluídos no inquérito após a autoridade responsável entender haver elementos que justificassem a apuração sobre eventual esquema de lavagem de dinheiro. A apuração busca esclarecer como o capital foi aportado e quem participou diretamente das operações.
"Eu era uma cliente da Samara [Martins], ela fazia os meus cílios. E, em determinado momento, propus fazermos essa sociedade, sendo 50% para mim e 50% para eles"
Como a declaração foi usada pelo delegado
O relato reproduzido pela revista serviu de base para o delegado Mazagão Junior incluir Samara Martins e Thiago Stabile no inquérito que mira suposto esquema envolvendo Karen de Moura Tanaka Mori. A Polícia Civil abriu apuração para checar a origem dos recursos e a participação de terceiros.
Karen de Moura Tanaka Mori afirmou, em entrevista publicada, que teria investido R$ 800 mil na abertura da primeira loja da Pink Lash, informação que agora integra as diligências. A investigação segue em andamento para confirmar vínculos, fluxos financeiros e eventuais responsabilidades.
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Perguntas Frequentes
O que a investigação da Polícia Civil de São Paulo apura sobre Samara Martins e Thiago Stabile?
Samara Martins e Thiago Stabile aparecem no inquérito da Polícia Civil de São Paulo que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo a empresa que antecedeu a Wepink. A apuração busca verificar a origem dos recursos mencionados na reportagem e a eventual participação dos dois nas operações financeiras relacionadas à Pink Lash.
Qual foi o valor que Karen de Moura Tanaka Mori disse ter investido na Pink Lash?
Karen de Moura Tanaka Mori afirmou ter investido R$ 800 mil na abertura da primeira loja da Pink Lash, segundo entrevista publicada na revista piauí. O aporte citado agora integra o conjunto de informações que a Polícia Civil de São Paulo analisa para mapear a origem e o destino desses recursos.
De que maneira o relato de Karen levou à inclusão dos sócios no inquérito?
O relato de Karen de Moura Tanaka Mori foi utilizado pelo delegado Mazagão Junior como fundamento para incluir Samara Martins e Thiago Stabile no inquérito. As declarações constam na reportagem que motivou a apuração, e a autoridade policial passou a investigar se houve uso de recursos de origem ilícita na constituição da Pink Lash.
Quem é Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como "Japa do PCC", na reportagem?
Karen de Moura Tanaka Mori, identificada na reportagem como "Japa do PCC", foi apontada como responsável por fornecer o capital inicial da Pink Lash. A matéria indica que Mori disse ter investido R$ 800 mil e relatou ter feito sociedade com os responsáveis pela empresa, informação que integra o inquérito.
Em que estágio está a apuração sobre a origem dos recursos investidos na Pink Lash e na Wepink?
A investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo segue em andamento para apurar a origem dos recursos empregados na empresa que antecedeu a Wepink e a eventual participação dos investigados. Até o momento, as diligências buscam reunir provas documentais e testemunhais para esclarecer os fatos apontados na reportagem.
Mariana Costa
