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Santos pode pagar R$36,3 milhões após rescisão com Tiquinho

Santos — A confirmação da rescisão indireta de Tiquinho Soares abriu uma ameaça financeira direta ao clube: o processo judicial em curso pode...

Santos pode pagar R$36,3 milhões após rescisão com Tiquinho

Santos — A confirmação da rescisão indireta de Tiquinho Soares abriu uma ameaça financeira direta ao clube: o processo judicial em curso pode resultar em uma condenação superior a R$36,3 milhões, valor que chega num momento em que a diretoria trabalha para reorganizar as contas do time.

  • Flash resumo: Rescisão reconhecida pode custar ao Santos R$36,3 milhões, incluindo R$7,3 milhões por salários e R$29 milhões por parcelas vincendas.
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Risco financeiro imediato e tramitação do processo

A Justiça reconheceu a rescisão indireta apresentada por Tiquinho Soares, e agora a ação seguirá para apurar os valores devidos ao atacante. A estimativa apontada nos autos é de que o montante ultrapasse R$36,3 milhões, sem contar multa, juros e correção monetária.

Para a diretoria do Santos, a possibilidade de uma condenação desse porte representa um duro golpe no esforço de recuperação fiscal do clube. A decisão final sobre os valores será tomada pelo Judiciário conforme as provas e pedidos apresentados pelo atleta.

R$ 7,3 milhões correspondem a salários, direitos de imagem e outras obrigações em atraso.

Contexto da contratação e consequências esportivas

O Santos anunciou Tiquinho Soares no início de 2025, após acordo com o Botafogo, e investiu cerca de R$22 milhões para fechar a operação — um dos maiores gastos do clube em sua janela recente de transferências.

Dentro de campo, o centroavante disputou 40 partidas pelo Santos, marcou sete gols e deu quatro assistências, números que não foram suficientes para segurar a relação contratual diante de atrasos nos pagamentos. Com a rescisão reconhecida, Tiquinho está livre no mercado e pode assinar com outra equipe enquanto aguarda o desfecho dos valores na Justiça.

A preocupação administrativa é dupla: além do impacto direto no balanço — os R$36,3 milhões já citados, divididos entre R$7,3 milhões relacionados a parcelas vencidas e R$29 milhões referentes ao restante do contrato —, o clube enfrenta agora a necessidade de ajustar salários e planejamento esportivo para repor o elenco sem agravar o déficit.

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Perguntas Frequentes

Quanto o Santos pode ser condenado a pagar na ação movida por Tiquinho Soares?

Santos pode ser condenado a pagar mais de R$36,3 milhões, segundo os valores apontados no processo. Esse total inclui R$7,3 milhões por salários e direitos de imagem atrasados e cerca de R$29 milhões referentes a parcelas que o jogador alega ter direito até o fim do contrato.

O que correspondem os R$7,3 milhões citados no processo contra o Santos?

Santos tem R$7,3 milhões apontados no processo como referentes a salários, direitos de imagem e outras obrigações em atraso. Esse montante integra o pedido inicial do atacante e foi destacado pela apuração da Agência RTI Esporte como parte do total reclamado na Justiça.

Quanto o Santos pagou para contratar Tiquinho Soares e qual foi o rendimento do atacante?

Santos desembolsou cerca de R$22 milhões para contratar Tiquinho Soares após acordo com o Botafogo no início de 2025. Com a camisa santista, o atacante disputou 40 partidas, marcou sete gols e deu quatro assistências, números citados no processo que acompanha a rescisão.

Tiquinho Soares já pode assinar por outro clube mesmo com o processo contra o Santos?

Santos tem a rescisão indireta reconhecida, o que liberou Tiquinho Soares no mercado; ele já pode assinar com qualquer equipe enquanto aguarda a definição dos valores na Justiça. A condição foi apontada na tramitação que analisa as verbas reclamadas pelo atacante.

Como a possível condenação com Tiquinho Soares impacta o planejamento financeiro do Santos?

Santos enfrentaria um impacto significativo caso seja condenado a pagar os R$36,3 milhões reclamados, agravando o passivo do clube. A diretoria já busca medidas para reduzir os efeitos financeiros, considerando multa, juros e correção que podem ampliar o montante final da condenação.

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POR Marcos Antonio
Marcos Antonio

Advogado e colunista esportivo | Marcos Antonio é formado em Direito e atua como colunista esportivo do Diário da Mídia. Apaixonado por futebol, escreve análises e conteúdos sobre esportes com uma visão crítica, técnica e interpretativa dos acontecimentos.

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