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Sega: Like a Dragon tem 60–70% de mulheres entre compradores

Resumo

Shuji Utsumi, presidente e diretor de operações da Sega, afirmou recentemente que uma parcela crescente do público acompanha suas franquias sem ter jogado os títulos originais. Ele citou a série Like a Dragon (Yakuza) como exemplo: a linha de produtos licenciados registra entre 60% e 70% de consumidoras, impulsionada por conteúdo em canais oficiais e transmissões de criadores.

Sega: Like a Dragon tem 60–70% de mulheres entre compradores
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Sega — a companhia identificou uma mudança no perfil do seu público: fãs que seguem franquias inteiras sem necessariamente jogar os jogos que as originaram. Esse fenômeno tem impacto direto nas estratégias comerciais e de marketing da empresa, que agora considera múltiplos pontos de contato além do produto principal.

Like a Dragon: produtos que atingem majoritariamente mulheres

A série Like a Dragon, também conhecida como Yakuza, foi citada como o caso mais expressivo dessa transformação. A linha de itens licenciados da franquia tem alcançado proporções inéditas de público feminino, com mulheres representando entre 60% e 70% da base de consumidores desses produtos.

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Esse perfil, segundo a apuração, não reproduz com fidelidade o público que compra os jogos: muitas pessoas se envolvem com a narrativa, os personagens e o universo por meio de vídeos, transmissões e redes sociais, consumindo mercadorias em vez de mídias interativas.

Uma parcela cada vez maior do público acompanha as franquias sem nunca ter jogado os títulos originais.

Transmídia e mudanças no ponto de entrada do fã

Para lidar com esse público heterogêneo, a estratégia apontada pela liderança da empresa foca em multiplataformas e produtos de estilo de vida, do vestuário a cosméticos e itens colecionáveis. A abordagem visa ampliar os pontos de entrada que transformam um espectador em consumidor fiel.

O fenômeno também reflete o papel de canais oficiais e criadores de conteúdo: muitas pessoas descobrem Like a Dragon por vídeos no canal oficial da Sega ou por transmissões populares, e optam por comprar produtos licenciados sem experimentar os jogos.

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Essa visão corporativa consolida a ideia de que “fã” hoje é um conceito mais amplo, que pode incluir quem consome narrativas em vídeo, compra mercadorias e participa de comunidades online, mesmo sem acesso direto ao jogo original.

O que você acha? Você considera que essa abordagem transmídia amplia demais o público dos jogos ou fragiliza a base tradicional de players? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria.

Perguntas Frequentes

Como a Sega explica o crescimento de fãs que nunca jogaram seus títulos?

A Sega identifica o crescimento desse público apontando que franquias como Like a Dragon alcançam espectadores por vídeos e transmissões, em vez de vendas de jogos. Esse comportamento levou a empresa a investir em produtos licenciados e em canais oficiais, estratégia ligada ao aumento de consumo de mercadorias por mulheres (60%–70%).

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Quais produtos de Like a Dragon têm maior procura entre as consumidoras?

Like a Dragon tem visto maior demanda por itens de estilo de vida e colecionáveis, incluindo roupas, cosméticos e edições limitadas. A Sega considera essa diversificação parte da estratégia transmídia, influenciada por experiências anteriores em mercados de jogos mobile e parcerias com centros de entretenimento.

Qual é a experiência prévia de Shuji Utsumi que influencia essa estratégia?

Shuji Utsumi, presidente e diretor de operações da Sega, acumulou experiência em jogos mobile como presidente e CEO da Cybird antes de retornar à SegaSammy em 2019. Essa vivência no mercado de produtos licenciados para público feminino moldou a ênfase atual em pontos de contato além do jogo.

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POR Mariana Costa
Mariana Costa

Editora de conteúdo e atualização de notícias | Mariana Costa atua na produção, apuração e atualização de conteúdos do Diário da Mídia. Especializada em entretenimento, televisão, streaming, celebridades e tendências digitais, acompanha os principais acontecimentos em tempo real para entregar notícias precisas, contextualizadas e relevantes aos leitores.

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